Escolhemos mal a profissão? Aqui Rubens Pontes: sobre milionários | 14/8

profissão
Rubens-Pontes-4-3.png
Rubens Pontes

Profissão, a profissão: ser ricaço

Coluna AQUI RUBENS PONTES: meu poema de sábado

NEC = Nota do Editor Chefão –

Nem só de pesquisar poetas, documentos históricos e literatura, vive um jornalista conceituado e experiente. Rubens Pontes também bisbilhota a vida alheia e fuça a vida de bilionários conhecidos.

Aí está um apanhado que enviou à redação da qual ele faz parte há um tanto de anos, não sem perguntar ao pobretão do Editor Chefão:

– “quantos de alguns milhares de reais desses aí, você precisaria pra azeitar a Don Oleari Corporeitcham e todos os seus veículos?”

Garrei a matutá, cocei o cavanhaque branquelim, e respondi a ele que fico envergonhado de dizer que uns meros 12 mil dólares dariam pra “azeitar” o Portal Don Oleari, a Rádio Clube da Boa Música e a Don Oleari TV no iutiubi, além das redes sociais. E pagar um cacheizim miseravi pros queridos colaboradores.

Uma merreca, portanto (Don Oleari).

silvio santos e jassa

Profissão – Eis o texto de Rubens Pontes:

Não digo quanto tenho em minha conta bancária, depois de 70 anos de trabalho ininterrupto, para não ficar muito muitíssimo humilhado.

Vejam apenas as contas bancárias desses cinco conhecidos cidadãos:

Sílvio Santos, antigo camelô  nas barcas  da Ponte Rio-Niterói, concessionário da rede de TV SBT:  R$ 6 bilhões de reais

Neymar Júnior, jogador de futebol: R$ 1 bilhão de reais.

faustão

Faustão, jornalista, apresentador de TV, 31 anos de TV Globo: R$ 950 milhões de reais.

ivete sangalo

 

Dois de meio bilhão

1 – Ivete Sangalo, cantora: R$ 500 milhões de reais;

2 – Pelé, o “rei”: R$ 500 milhões de reais.

pelé

Os de R$ 100 bilhões

Há vários  bilionários brasileiros acima de R$ 100 bilhões, entre empresários e banqueiros. Entre eles, três  poderosas mulheres. Veja as três aí:

Safra 

Vicky Safra, viúva do banqueiro Joseph Safra, residente na Suiça, com 6.76 bilhões de dólares;

Magalu

– Gisela Trajano (Magazine Luiza), com  6 bilhões de dólares;

AMIL 

– Dulce Prighiese, co-fundadora  da AMIL, com 16,4 bilhões de dólares.

Os destaques estão num levantamento da Revista Forbes, a famosa revista especializada em milionários de todo o planeta.

Vicky-Safra-Coluna-Hildegard-AngelArquivo-Agencia-O-Globo
vicky safra – Coluna Hildegard Angel Arquivo Agência OGlobo
dulce pugliese

Nota de todos os colaboradores do Portal Don Oleari, Rádio Clube da Boa Música e Don Oleari TV:

– com um tiquim de nada disso tudo aí, daria bem pro nosso Editor Chefão pagar ums cachezim menos miseravi pra nós todos.

luiza trajano

Foto de capa.

Rubens Pontes, jornalista

 

 

 

 

Releia aí:

Cordel do Peido – literatura de cordel ganha espaço no Espírito Santo | Aqui Rubens Pontes: meu poema de sábado

https://donoleari.com.br/cordel-espaco-es-rubens-pontes/

Virgulino Ferreira da Silva, o cangaceiro Lampião, dominou a caatinga nordestina nas primeiras décadas de 1900. Ele e sua companheira, Maria Bonita, foram mortos numa emboscada da polícia sergipana no dia 28 de julho de 1938.

Essa citação é levantada por terem sido os cangaceiros de Lampião inspiração para os autores de Poesia de Cordel,  uma linguagem literária em forma de poesia e de rimas.

O nome está ligado à forma com que os livros (ou folhetos) eram comercializados, pendurados em cordas ou barbantes. O cordel tornou-se uma vertente popular muito forte no Nordeste do Brasil, onde as histórias e lendas do sertão foram imortalizadas, junto com os costumes e a cultura da região.

Sua origem, porém, data do Século XVI, quando o Renascimento popularizou a impressão de relatos e depois sua impressão em folhetos pelos trovadores medievais.

Até nós a literatura de cordel chegou com os colonizadores portugueses, no Século XVIII.

 Carlos-Drummond-de-Andrade-2.jp
Carlos Drummond de Andrade

Ganhou expressão no Nordeste brasileiro e desceu rumo ao Sul, onde  foi entusiasticamente recebida com os repentistas (violeiros) e trovadores e o reconhecimento de poetas como Carlos Drummond de Andrade:

– “A poesia de Cordel é uma das manifestações mais puras do espírito inventivo, do senso de humor e da capacidade crítica do povo brasileiro em suas camadas modestas da literatura. É uma poesia de confraternização social, que alcança uma grande área de sensibilidade”.

O reconhecimento dessa visão se confirmou com a criação, em 1988, no Rio de Janeiro, da Academia Brasileira de Literatura de Cordel. E pouco mais tarde, em 2018, com a valorização  do Cordel pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Geográfico como Patrimônio Cultural do Brasil.

COMPARTILHE:

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on linkedin
Share on whatsapp
Don Oleari - Editor Chefão

Don Oleari - Editor Chefão

Radialista, Jornalista, Publicitário.
Don Oleari Corporeitcham