Cafés com mofo e milho torrado: 2 mil pacotes de Liva, Sol Poente e Caparaó Capixaba apreendidos em supermercados

Cafés com mofo

Cafés com mofo

Nova Operação apreende cafés irregulares em supermercados. Em quatro operações realizadas, foram apreendidas mais de 80 toneladas de cafés de 10 marcas.

Café Sol Poente – encontrado indício de fungo por conta da umidade excessiva.

Café Liva – exibe selo de pureza da ABIC, apesar do excesso de umidade, entre 13,90% no tradicional a 14,43% no extra forte.

Café Caparaó Capixaba – maior umidade e de milho torrado, que representa fraude. É do mesmo torrefador do Café Pedigo, também apreendido por irregularidades.

Uma operação conjunta da Comissão de Agricultura da Assembleia Legislativa do ES, presidida pela deputada Janete de Sá (PSB), em parceria com a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), cujo titular é o delegado Eduardo Passamani, apreendeu nesta segunda-feira (2) aproximadamente uma tonelada de café, somando mais de 2 mil pacotes de três marcas.

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cafés com mofo, milho torrado e excesso de umidade

Segundo laudo do Laboratório Central de Saúde Pública do Espírito Santo (Lacen/ES), as três marcas apresentavam umidade excessiva, mistura de milho torrado e até mofo em virtude do excesso de umidade.

“Desde o início do ano, a Comissão de Agricultura e a Decon estão empenhadas em combater a comercialização de cafés irregulares no ES. Na operação, o foco foi a umidade do produto e apreendemos os cafés das marcas Liva (Tradicional e Extra Forte), Sol Ponte e Caparaó Capixaba. Os três apresentam umidade entre 13,95 a 17.91%, sendo que o máximo de umidade permitido por lei é 5%”, disse a deputada, que acrescentou:

“No café Sol Poente foi encontrado indício de fungo por conta da umidade excessiva. No café Liva, a umidade varia de 13,90% no tradicional a 14,43% no extra forte e o produto traz na embalagem o selo de pureza da ABIC. Já o café Caparaó Capixaba, que traz a informação de café especial no rótulo, foi identificada a maior unidade e a presença de milho torrado, o que caracteriza fraude. O fabricante do Café Caparaó é reincidente porque é também é fabricante do Café Pedigo, que também já foi aprendido por irregularidades no ES”, declarou a presidente da Comissão de Agricultura da ALES, deputada Janete de Sá.

“A presença de mofo no café coloca em risco a saúde dos consumidores. As irregularidades como a alta umidade e a mistura de milho infringem as regras da vigilância sanitária e causam prejuízo ao bolso do consumidor. Não vamos permitir que se continue com essa prática em nosso Estado, que tem produtores sérios e cafés de qualidade reconhecida em todo o mundo”, ressaltou a parlamentar.

Do início do ano até hoje, a Comissão de Agricultura da Assembleia Legislativa e a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor já realizaram quatro operações no ES, sendo apreendidas mais de 80 toneladas de cafés irregulares de 10 marcas.

O próximo passo da operação é dar ciência à Associação Capixaba de Supermercados (ACAPS) para que os produtos irregulares possam ser retirados de comercialização. O Consumidor que comprou algum desses produtos deve procurar o estabelecimento comercial para troca ou ressarcimento.

Cafés com mofo

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Don Oleari - Editor Chefão

Don Oleari - Editor Chefão

Radialista, Jornalista, Publicitário.
Don Oleari Corporeitcham