CPI dos Animais – Janete Sá: “é um exemplo condenação de agressor de Jaguaré – 0

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CPI dos Maus-Tratos Contra Animais espera que a condenação de homem que arrastou cachorro até a morte em Jaguaré sirva de exemplo e se estenda a outros agressores no ES.

NEC = Nota do Editor Chefão, Don Oleari 

Tá aí um CPI que funciona. Nossa tchiurma, defensora dos bons tratos aos bichos, aplaude o trabalho da deputada Janete de Sá. A punição ao criminoso de Jaguaré – 3 anos e 3 meses – é um exemplo, mas ainda não basta.

Um animal de 2 patas que comete um crime desse tipo contra um animal de 4 patas merecia mais. Na nossa tchiurma há quem defenda que ele devesse ser amarrado ao pára choque de uma carroça e arrastado por pelo menos uns cinquenta metros. Sumo no caxotim pra deixar cair mil palmas para Janete Sá.

E que ela e sua assessoria fiquem sabendo que no Portal Don Oleari ela terá sempre um porta voz e um aliado de primeira hora (Oswaldo Oleari Oleare).

A deputada Janete de Sá (PMN), presidente da CPI da Assembleia Legislativa dos Maus-Tratos Contra Animais , fala da decisão da Justiça que condenou Manoel Batista dos Santos Júnior a três anos, três meses e 21 dias de prisão por amarrar e arrastar um cachorro até a morte em Jaguaré, Norte do Espírito Santo.

A pena foi estipulada em julgamento na quinta-feira 27 de maio e deve ser cumprida em regime semiaberto:

– “Foi um crime com requintes de crueldade, que submeteu o animal a sofrimento extremo. O caso chocou a população capixaba e teve repercussão em todo o país.

A prisão do agressor foi a primeira realizada no ES por crime de maus-tratos contra animais depois que entrou em vigor a nova lei que prevê prisão de 2 a 5 anos. O magistrado concluiu que Manoel era culpado do crime e ainda agiu de forma calculada e fria”, declarou a parlamentar.

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Carro do agressor do cachorro

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Na época a CPI oficiou os órgãos responsáveis para que entrassem com medida cautelar a fim de reter o passaporte de Manoel Batista dos Santos Júnior, preso depois de ser flagrado por câmeras arrastando um cachorro até a morte, preso por uma corda amarrada no para-choque do veículo que dirigia.

– “Apesar da decisão do juiz Fernando Antônio Lira Rangel ter sido proferida em primeira instância ainda cabe recurso. Trabalhamos diariamente para que os agressores não fiquem impunes”, diz Janete.

Ela acrescenta que são muitas atrocidades cometidas contra animais que não têm chance de se defender. Cita outros casos bárbaros denunciados pela CPI à Justiça, como o do apartamento onde 11 animais foram encontrados mortos em Vila Velha:

– “Ainda não existe condenação dos denunciados. Esperamos que com essa decisão a sociedade possa ver também outros agressores pagando pelos crimes que cometeram”, afirmou a deputada.

Depois do crime, Manoel chegou a ficar mais de dois meses em prisão preventiva, no Centro de Detenção Provisória (CDP) de São Mateus. Ele cumpriu a pena entre 13 de outubro de e 22 de dezembro de 2020, data em que foi expedido alvará de soltura em razão da decisão liminar proferida em segunda instância.

Manoel foi liberado após pagar uma fiança de 10 salários mínimos da época, totalizando R$ 10.450,00.

Com jornalista Nety Façanha

[email protected]

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Don Oleari - Editor Chefão

Don Oleari - Editor Chefão

Radialista, Jornalista, Publicitário.
Don Oleari Corporeitcham