Debate papo de escritores dá papo | Ótima música de Sergio Benevenuto | 25/10

debate papo

Debate papo

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Don Corolearione

 

NEC = Nota do Editor Chefão –

Fuçando  minha “bibliotoca infernética”, ásveiz acho uns trem que editores generosos, quinenqui o jornalista e escritor José Roberto Santos Neves niquiqui Editor do Caderno Dois de A Gazeta, mandaram para a patuleia.

Ubão memo équi essas iscrita aí tinham mais de meia dúzia e meia de leitores.

Niquiqui recebia uns 3 ou 4 imeils falando da cronicascatinha, eu festejava: – “Obaaaaa, virei bestiseler”.

Diferença é uma só: no jornal impresso, neguim – não só neguim, mas branquelim, pardim ou mulatim – lê o textim.

Nuntem como curtí só retratim. Quinequi no maledeto feissibuqui e em outras redes soxuais (Don Oleari).

Crônica – Oswaldo Oleari – A Gazeta 
29/05/2011 – 18h33 – Atualizado em 29/05/2011 – 18h33

Bom papo de escritores, ótima música

Debate papo de escritores dá papo, imaginou o digitador desta linha aqui, à caça de temas pro papufuradu desta segunda última de maio. Paulo Stuck Borges, de sua trincheira no Instituto Histórico e Geográfico do ES, sósia de Mr. Salsa, dispara convites para bons eventos: ouvir os escritores Luiz Guilherme Santos Neves e Pedro Nunes na Biblioteca Pública do ES.

Um dos lugares mais agradáveis da cidade, pudesse eu, o tornaria a minha bibliotoca. Luiz Guiherme esmiuça Nunes, escritor de “A Pulga e o Jesuíta”, que derrama aquele cenário maravilhoso da Igreja dos Reis Magos, no alto de Nova Almeida, do lado município Serra/ES, sobre o auditório.

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josé irmo gonring e josé roberto santos neves

– “É a Igreja por onde passaram os Reis Magos antes de levarem ouro, incenso e mirra pro menino Jesus em Belém do Pará”, registrou certa feita o jornalista Ronaldo Nascimento, colunista de um jornal da sede da Capitania do ES, citando o xiste, divertindo-se e divertindo aos demais.

A igreja que povoa o imaginário do escritor Pedro Nunes tem nada não com a da lenda do colunista Ronaldo Nascimento.

É real e torna quase real a história narrada no livro, descrita pelo mediador Santos Neves.
Nunes taca um beijo numa cena, que Luiz Guilherme refutou na primeira leitura do texto:

– “Pedro, índio não beija”.

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igreja dos reis magos

Pedro Nunes manteve o beijo. O poeta José Irmo Gonring, dos altos da sua bela poetice, deixa cair:

– “Sem beijo, de que serviriam os lábios de mel de Iracema”?

Pedro seria um jesuíta, arrisca o mediador, a quem outro jesuíta soprara a história. Por temperamento e contemplação, Pedro Nunes acaba entronizado monge da Igreja dos Reis Magos.

 sergio-2Bbenevenuto-252C-2Bpainel-cangac-25CC-25A7o-shaking.pngNoite boa, sem fim. Dum ótimo papo prum ótimo buteco e lançamento do disco do futurista Sergio Benevenuto, a quem ousei dizer:

– “Sergio, ocetá sempre 15 anos na frente”.

Não sossega, cria, inova, renova, e toca com músicos de ponta. Perguntei de cara:

– “Tem Marcelo Martins no disco?”
– “Tem, disse Sergio”.

Marcelo Martins é saxofonista que faz meu zouvidos, os do Sergio, do Leo Gandelman, seu professor, do Danilo Martins, da Beth Feliz, do Fábio Calazans, Elian Ramile, do Rogério Coimbra, do Salsa Brezinski, do Nardelli Art (Ave, John Lester!), do Adolfo, Flávia, João Paulo e do Pedro Oleare, pois a família que lê unida, dirrepentimentei se desune proutras leituras. Entro outros tantos quantos.

E a puta banda que Benevenuto exibiu, a tal Coletivo Expurgação?
Sons instigantes, batuques e percussões que deleitam minha africanidade – em qualquer periferia do planetinha pararia para ouvir durante umas três caipirinhas.

– “Tem um som diferente, seria uma cítara? Comentei. Escondida num canto, era cítara. Que Benevenuto pegou e isbagaçô: “há quinze anos não tocava cítara”, diz, se desculpando.

Não precisava.

Benevenuto e sua tchiurma tocaram com deuses, o mundo, a torcida do Flamengo e a numerora família quatrocentona do Clovis Castelo Miguel.
Só bambambam.

Noite boa, bom papo de escritores, bótima música. “Isso é que é ambiente”, diria José Cocco Fontan, integrante da nossa meia dúzia e meia de leitores.

Que encerramos, Danilo Nunes Martins e eu, combinando que será na casa dele o cassoulet programado pelo nosso colunista de vinhos André Andrès, com a lagostinha de entrada – fresca, tipo desmunhecando – descolada por Eduardo Caliman. Mais perfeito pro ponto final, impossível.

Noite boa, sem fim. Dum ótimo papo prum ótimo buteco e lançamento do disco do futurista Sergio Benevenuto, a quem ousei dizer:

“Sergio, ocetá sempre 15 anos na frente”.

http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2011/05/noticias/a_gazeta/caderno_2_ag/864796-cronica-oswaldo-oleari-donoleari-
gmail-com-www-donoleari-com.html

https://donoleari.com.br/wp-admin/post-new.php

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Don Oleari - Editor Chefão

Don Oleari - Editor Chefão

Radialista, Jornalista, Publicitário.
Don Oleari Corporeitcham