Ricardo Ferraço assume governo do ES e promete manter ritmo de desenvolvimento

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Ferraço assume governo

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ESPECIAL POSSE DO NOVO GOVERNADOR DO ES

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Don Oleari

DON OLEARI | COM INFORMAÇÕES DE LEO JR., da Assessoria de Imprensa

CAPA | Preferi uma foto menos burocrática, um momento familiar de encantamento: o novo governador e fam´lia, ouvindo o filho (Don Oleari).

Ferraço relembra o celebrado cronista Rubem Braga em seu discurso

Marcelo Santos relembra outro grande, Guimaráes, e afirma que se deve ter coragem

Ricardo Ferraço tomou posse na taerde nesta quinta-feira, 2, como governador do Espírito Santo.

Seu discurso pregou a continuidade das políticas adotadas até aqui e na manutenção dos indicadores positivos do Estado.

Cumpriu-se os ritos na Assembleia Legislativa do Espírito Santo com sessão no plenário, compromisso constitucional e assinatura do termo de posse.

Seguidos pelos ritos da posse no Palácio Anchieta: revista às tropas, transmissão da faixa e discurso assumindo o cargo.

Continuidade da gestão

o novo governador sinaliza manter e ampliar políticas do atual governo, com foco em equilíbrio fiscal, investimentos em infraestrutura, segurança pública e ambiente de negócios.

A linha é dar sequência a projetos em andamento e acelerar iniciativas consideradas estruturantes.

Trajetória política

Natural de Cachoeiro de Itapemirim, Ferraço iniciou a vida pública como vereador nos anos 1980.

Foi deputado estadual por dois mandatos e chegou à presidência da Assembleia Legislativa.

Também atuou no Executivo estadual, incluindo passagem pela Casa Civil e pela Secretaria de Agricultura, onde liderou programas voltados à infraestrutura rural e ao fortalecimento do setor produtivo.

Experiência nacional e estadual

Foi deputado federal e, em 2010, eleito senador com a maior votação da história do Espírito Santo. No Senado, participou de debates relevantes em nível nacional.

De volta ao governo estadual, assumiu como vice-governador na atual gestão e esteve à frente da Secretaria de Desenvolvimento, com atuação em políticas voltadas ao crescimento econômico, atração de investimentos e melhoria do ambiente de negócios.

Discurso de Ricardo Ferraço na posse na Assembleia Legislativa

Ao assumir o comando do Executivo, Ferraço reforça a proposta de manter o planejamento aliado à execução, com prioridade para infraestrutura, desenvolvimento econômico e continuidade das políticas públicas já em curso no Estado.

Na íntegra, leia o discurso discurso do novo governador do Espírito Santo  na AL/ES

O grande cronista brasileiro capixaba e cachoeirense Rubem Braga não era exatamente um escritor que tratava de política em suas crônicas.

Na verdade, elas eram dedicadas à revelação do extraordinário no dia a dia das pessoas.

Em geral, ele partia de cenas simples – uma rua, um pássaro, uma lembrança, uma conversa banal – para alcançar algo mais profundo: a experiência humana em sua dimensão mais íntima.

Rubem Braga escrevia sobre o cotidiano. Sobre o que há de humano, invisível e permanente dentro dele.

Em uma de suas crônicas, “os trovões de antigamente”, ao relembrar a infância em Cachoeiro de Itapemirim, ele mostra como, diante das forças da natureza e das incertezas da vida, as pessoas se aproximam, compartilham o medo e constroem um sentido de comunidade.

Essa percepção, embora nascida da memória e da experiência pessoal, revela algo mais amplo.

Há circunstâncias em que aquilo que nos separa perde força, e o que nos une se torna mais evidente.

Há momentos, como nos sugere a sensibilidade de Rubem Braga, em que aquilo que nos separa simplesmente falha.

E é precisamente nesses momentos que a política cumpre o seu papel mais elevado. Não quando elimina divergências, mas quando impede que elas se tornem barreiras intransponíveis.

A atuação política orientada por esse princípio não ignora diferenças. Ao contrário, reconhece sua legitimidade.

Mas afirma que elas não podem se sobrepor à necessidade de coordenação institucional e de convivência democrática.

Quando aquilo que nos separa perde força, não é por acaso. É resultado de uma atuação consistente, baseada na confiança, no respeito mútuo e na disposição permanente para o diálogo. Nunca na carteirada e jamais no manda quem pode e obedece quem tem juízo.

É nesse terreno, no diálogo e no respeito, que se viabiliza a cooperação entre os poderes e se constrói uma relação produtiva com diferentes forças políticas e setores da sociedade.

Mais do que um episódio, essa convergência deve ser entendida como princípio. A política que funciona é aquela capaz de reduzir distâncias sem eliminar diferenças, criando as condições para decisões compartilhadas e para a estabilidade institucional.

Isso se traduz de diversas formas, e começa pela compreensão correta da relação entre os três poderes: o Executivo, o Legislativo e o Judiciário.

Cada um deles exerce uma função essencial para a sociedade. São diferentes em suas atribuições, mas igualmente fundamentais na construção de um estado que funcione, que entregue resultados e que respeite a cidadania.

Não há hierarquia entre poderes. Há equilíbrio. E, mais do que isso, há interdependência.

O Executivo é onde as políticas públicas se concretizam. O Legislativo é a expressão da pluralidade da sociedade. E o Judiciário é a garantia de que as regras serão respeitadas e os direitos preservados.

Quando cada poder cumpre plenamente o seu papel, com respeito aos demais, o resultado não é apenas o funcionamento das instituições. É a geração de confiança, entre os próprios poderes e, sobretudo, na sociedade.

A harmonia entre os poderes constituídos não significa ausência de divergências. Ao contrário, pressupõe a existência delas. Mas exige que sejam conduzidas com maturidade, responsabilidade e compromisso público.

Essa mesma lógica se projeta de forma ainda mais concreta na relação com os municípios.

É ali, no território, que as políticas públicas se realizam plenamente. Onde o Estado encontra a vida real das pessoas, suas necessidades e suas expectativas.

Por isso, a relação com os nossos 78 municípios não pode ser circunstancial, nem condicionada a eventuais diferenças políticas. Deve ser permanente, republicana e orientada por resultados.

O governo do Estado investe fortemente em todos os municípios. São obras, serviços e entregas que chegam na ponta, transformam realidades e ampliam a capacidade de ação das administrações locais.

Mas mais importante que o volume de recursos é a qualidade dessa relação: diálogo, cooperação e respeito institucional para alinhar prioridades, acelerar soluções e evitar desperdícios.

Quando Estado e Municípios atuam de forma integrada, as políticas públicas ganham escala, eficiência e efetividade. Deixam de ser fragmentadas e passam a produzir resultados mais amplos e duradouros.

É assim que aquilo que poderia nos separar — diferenças políticas, visões distintas ou disputas locais — perde relevância diante de um objetivo maior: entregar mais e melhor para a população capixaba.

Essa mesma diretriz se estende à relação com o setor produtivo.

O desenvolvimento não acontece por acaso. Ele depende de um ambiente de confiança, previsibilidade e diálogo permanente entre o poder público e aqueles que empreendem, investem, produzem e geram oportunidades e empregos.

O papel do Estado não é substituir a iniciativa privada, mas criar as condições para que ela floresça — com segurança jurídica, regras claras e capacidade de resposta.

No Espírito Santo, essa construção tem sido feita com base em uma relação madura e responsável com o setor produtivo — um diálogo contínuo que permite enfrentar desafios, destravar projetos e aproveitar oportunidades.

É essa interação que sustenta a atração de investimentos, a expansão das atividades e a diversificação da nossa economia.

Quando essa relação é pautada pelo respeito, pela transparência e pelo compromisso com o interesse público, aquilo que poderia gerar distanciamento se transforma em cooperação — e os resultados aparecem: mais investimento, mais emprego e mais oportunidades para os capixabas.

Essa mesma visão orienta, também, a relação com a sociedade civil.

Governar não é apenas decidir. É, acima de tudo, saber ouvir. É reconhecer que a sociedade é múltipla e que nenhuma estrutura estatal responde sozinha a todos os desafios.

A construção de políticas públicas efetivas exige escuta ativa, humildade institucional e disposição para construir consensos.

É nessa interação que o Estado amplia sua capacidade de ação. As organizações da sociedade civil conferem capilaridade às políticas públicas e contribuem para aumentar sua efetividade.

Isso é decisivo no enfrentamento de desafios complexos, como a segurança pública, a continuidade do fortalecimento do sus capixaba, na educação que que transforma vidas, e na promoção da cultura do Espírito Santo que se fortalece com a participação ativa das comunidades.

Quando há confiança, diálogo e cooperação, aquilo que poderia ser disperso se organiza. E o que parecia fragmentado ganha direção, escala e capacidade de transformação.

Há ainda um elemento essencial que sustenta, no dia a dia, essa capacidade de construir convergências: o trabalho dos servidores públicos.

São eles que dão continuidade às políticas, que transformam decisões em entregas e que garantem que a ação do Estado alcance, de fato, a vida das pessoas.

Mais do que executar, os servidores públicos são parte ativa na construção dessa cultura de cooperação, de responsabilidade e de compromisso com o interesse público.

Sua atuação, orientada pelo profissionalismo, pela dedicação e pelo foco no bem-estar da população, é o que permite que o Estado avance para além das circunstâncias e dos ciclos políticos.

É essa presença permanente, qualificada e comprometida que assegura estabilidade, confiança e capacidade de realização — independentemente das mudanças de governo.

Valorizar os servidores públicos é, portanto, fortalecer o próprio estado. É reconhecer que são eles que, na prática, tornam possível reduzir distâncias, construir convergências e entregar resultados para a sociedade.

Senhoras e senhores,

Ao fim, tudo converge para um ponto central.

Em meio às diferenças e à complexidade dos desafios públicos, há um ativo que sustenta e potencializa todos os demais: a confiança.

Confiança entre os Poderes.

Confiança na relação com os municípios.

Confiança no diálogo com o setor produtivo.

Confiança na interação com a sociedade civil.

A confiança não se impõe. Ela se constrói.

O Espírito Santo tem demonstrado, ao longo dos últimos anos, que é possível consolidar esse caminho. Um estado que equilibra suas contas, que investe, que dialoga e que entrega resultados.

Esse é um caminho que tem liderança. E é indispensável reconhecer aqui o papel do governador renato casagrande, sob cuja condução a confiança se consolidou como marca deste ciclo de governo. E que conduziu nosso estado com elevado espírito público e grandes resultados.

E o Espírito Santo tem demonstrado que é possível consolidar esse caminho.

Por isso, podemos afirmar com segurança: o maior ativo do Espírito Santo não está apenas nos seus indicadores ou na sua capacidade de execução.

Está na confiança que conseguimos construir.

Confiança nas instituições.

Confiança na condução das políticas públicas.

Confiança de quem constrói suas vidas aqui, ao lado de suas famílias.

É essa confiança que nos permite avançar.

É ela que reduz distâncias, aproxima e viabiliza convergências.

E é ela que nos dá a convicção de que o Espírito Santo pode ser, cada vez mais, um estado que funciona — e que entrega, para todos, um futuro melhor”.

Você leu a aí, na integra, o dicurso do novo governador do Espírito Santo, Ricardo Ferraço.

Discurso do presidente da AL, deputado Marcelo Santos, na posse do novo governador

Veja o discurso do presidente da AL na posse do governador Ricardo Ferraço

MarceloSantosPosse02042026KamylaPassosjp“1.    Há uma diferença enorme entre ocupar uma cadeira e honrar um legado.

2.    As cadeiras são passageiras, mas o legado não. O legado permanece, mesmo quando já não estivermos aqui.

3.    Esse mesmo legado, senhoras e senhores, pode nos tornar imortais.

4.    Guimarães Rosa dizia que: “o que a vida quer da gente, é coragem”.

5.    Mas na política, a coragem sozinha é perigosa, ela precisa vir acompanhada do preparo, da responsabilidade e do respeito às pessoas.

6.    Hoje, não celebramos apenas a posse de um novo governador, celebramos a maturidade de um Estado que aprendeu a não apostar na sorte.

7.    Há 40 anos, o Espírito Santo viveu um momento idêntico a esse:

8.    O governador Gerson Camata renunciava ao cargo para ser senador.

9.    E coube ao então presidente da Casa, Hugo Borges, conduzir a posse do vice de Camata, José Moraes, como novo governador.

10.    Isso foi em 1986.

11.    Quatro décadas depois, a história se repete, mas ela não é a mesma.

12.    Os tempos são outros. As pessoas mudaram, o comportamento humano mudou, a tecnologia avançou a passos largos e o nosso estado, antes quebrado, também.

13.    Esta Casa finalmente conquistou o seu protagonismo e hoje é a âncora da estabilidade política e da segurança jurídica do Estado.

14.    Nesta legislatura, caberá a mim, por uma dessas missões que a vida nos reserva, não apenas conduzir, mas liderar dois momentos importantes para o Estado: a posse de dois governadores em menos de um ano.

15.    Hoje, cumprimos a primeira etapa com a posse do governador Ricardo Ferraço.

16.    E, no dia 6 de janeiro de 2027, caberá a mim, novamente, dar a posse ao governador escolhido pelo povo capixaba.

17.    Essa é uma missão que eu, Marcelo Santos, assumo com a responsabilidade de quem preside um Poder Independente.

18.    E que missão, meus amigos. Que honra fazer parte desta história, que será lembrada pelas futuras gerações.

19.    E não falo apenas por mim, mas por cada capixaba que confia nesta Casa e encontra, nos meus colegas deputados, e em mim como presidente, a sua representação.

20.    Muito nos orgulha sermos os guardiões da democracia e os fiadores da estabilidade em nosso Estado.

21.    Estabilidade que restabelecemos nesta gestão, em uma construção que lidero, mas que, acima de tudo, é compartilhada.

22.    A união e o amadurecimento dos Poderes e das instituições que vemos aqui hoje, é a prova de que o Espírito Santo escolheu o caminho do equilíbrio, do respeito e do diálogo.

23.    Minha gratidão a cada autoridade, aos chefes de Poder, aos representantes das nossas instituições e, de forma muito especial, a cada cidadão capixaba que testemunha conosco este dia.

24.    (Peça uma salva de palmas)

25.    O mundo parece ter perdido o freio e está em ebulição.

26.    Vemos nações poderosas adotarem posturas cada vez mais rígidas e individualistas no comércio mundial.

27.    Vemos nações levantando barreiras e tratando a economia global como um tabuleiro de interesses individuais.

28.    E os efeitos de tudo isso parecem distantes, mas não são.

29.    Eles chegam aqui ao nosso Espírito Santo. E não são marolas… não podemos ser levianos.

30.    Precisamos saber nos reinventar, e fazemos isso com maestria.

31.    O Espírito Santo não tem fronteiras, temos conexões. Somos um Estado com vocações importantes na prestação de serviços, e na exportação de matérias-primas.

32.    Esse protagonismo, tanto aqui dentro quanto lá fora, só é possível porque a Assembleia e o Governo trabalham um bocado.

33.    Trabalhamos para garantir o que o capital estrangeiro exige e, ao mesmo tempo, o que o trabalhador capixaba merece.

34.    Por isso, administrar um Estado não é um jogo de sorte. É preparo.

35.    Se hoje o Governo tem fôlego para investir, é porque nós, do Parlamento, construímos as bases que dão confiança e previsibilidade ao Estado.

36.    E colhemos resultados que dão exemplo: Somos o único estado do Brasil com Nota A há mais de uma década. Isso é fato, não é retórica.

37.    Não foi por sorte, mas por trabalho. Soubemos nos reinventar, houve mudanças de postura. E aqui falo da nossa Assembleia.

38.    Que mesmo sendo uma Casa plural, que reúne diferentes ideias e perspectivas, entrega resultados com diálogo, respeito e presença.

39.    Somos hoje uma Assembleia mais próxima dos municípios, exemplo nacional em transparência e tecnologia. Uma Assembleia que dialoga.

40.    Mas a Boa Política, que é a que entrega resultado, não pode ser condescendente com a Política Ruim, que infelizmente ainda insiste em ocupar espaços.

41.    É triste a realidade de um país que se vê travado, enquanto, quem tem o poder de mudar a raiz dos problemas, se perde em brigas ideológicas, vazias, que não colocam comida na mesa de ninguém.

42.    Eu poderia subir aqui e falar apenas da excelência da nossa gestão.

43.    Mas a verdade é que a palavra ‘excelência’ perde o sentido enquanto ainda enterramos mulheres, crianças e inocentes, vítimas de uma violência insana.

44.    O PIB alto e as contas em dia não consolam as famílias da comandante Dayse, da jovem Thaís e da pequena Alice.

45.    Inocentes, que perderam a vida devido a falha em um sistema que já deveria ter mudado no nosso país.

46.    Se o progresso não protege a vida, ele ainda está incompleto.

47.    O mundo lá fora não quer saber das nossas brigas ideológicas ou das nossas preferências pessoais.

48.    O que o mercado olha e o que a história registra é uma coisa: coerência e resultados.

49.    Ao agora ex- governador, Renato Casagrande, meu respeito pelo ciclo que se encerra com as contas em dia e o estado no rumo certo.

50.    Ao governador Ricardo Ferraço: o senhor não recebe apenas um cargo.

51.    O senhor assume um Estado que amadureceu, que soube se reinventar diante dos desafios, e que sabe o caminho que precisa percorrer.

52.    O capixaba quer continuidade, mas abomina o continuísmo.

53.    A continuidade é o respeito pelo que funciona, pelo o que dá certo e pelo aprimoramento.

54.    O continuísmo é o vício pelo poder, que cega.

55.    O povo nos deu um mandato para avançar, não para estacionar.

56.    O senhor, governador, encontrará nesta Assembleia uma parceira estratégica para o desenvolvimento.

57.    Estaremos juntos sempre que o equilíbrio e o interesse público exigir.

58.    Seremos firmes na defesa do Estado para que o improviso, o populismo barato e o autoritarismo não voltem a encontrar terreno no Espírito Santo.

59.    Nomes passam, fotos nas paredes envelhecem, mas o trabalho bem feito fica gravado na vida das pessoas.

60.    Mais do que nunca, precisamos de quem exerça o mandato com presença: que saia do gabinete, vá às comunidades, escute lideranças e dialogue com todos, sem autoritarismo e sem vaidade.

61.    Repito: o mundo lá fora não quer saber das nossas brigas ideológicas ou das nossas preferências pessoais.

62.    A todos que, assim como eu, viram este Estado sair da lama e ajudaram a reconstruí-lo: não podemos permitir qualquer retrocesso ao passado recente.

63.    Ao ex-governador Renato Casagrande, o nosso muito obrigado.

64.    O senhor soube respeitar a autonomia desta casa e, juntos, provamos que o diálogo, apesar das nossas diferenças, constrói muito mais do que o conflito.

65.    Ao governador Ricardo Ferraço, desejo sabedoria. Eu tenho certeza que o Espírito Santo segue em boas mãos.

66.    E esta Casa segue vigilante, altiva e, acima de tudo, defensora de cada cidadão capixaba.

67.    O futuro tem pressa. E nós estamos prontos.

68.    QUE DEUS ILUMINE O NOVO GOVERNADOR E QUE CONTINUEMOS A FAZER HISTÓRIA.

Você leu aí o discurso do deputado Marcelo Santos na posse do novo governador do ES

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Radialista, Jornalista, Publicitário.
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