Equipe de Comunicação definiu motivos e fotos de Sagrilo foram para a sede do Crea-ES – 19

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Fotos de Jorge Sagrilo estão na área de atendimento aos profissionais do Crea-ES

NEC = Nota do Editor Chefão, Don Oleari:

O Crea-ES acabara de se mudar para a moderna sede do edifício na Enseada do Suá na gestão do engenheiro agrônomo Helder Carnieli. Na montagem de salas e espaços, vislumbrou-se a necessidade de humanizar a área de atendimento aos profissionais da entidade,

A  jornalista Lena Mara, então Gerente de Comunicação do Crea-ES, ouviu opiniões da equipe de Comunicação e de comum acordo com a arquiteta Dayse Cardoso, definiu-se por fotos com motivos ligados aos diversos ramos da engenharia.

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Após as ações administrativas de rotina, a proposta vencedora foi a do Sagrilo, cujas fotos foram selecionadas para fazerem parte do cenário da moderna sede da entidade na enseada do Suá, em Vitória/ES.

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Sagrilo na sede do Crea-ES

O presidente do Crea-ES me enviou o registro feito em boa hora sobre as fotos de Sagrilo (Don Oleari).

Jorge Silva: “Obras de Jorge Sagrilo, grande nome da fotografia do ES, se eternizam no Crea-ES”

– “O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Espírito Santo (Crea-ES), na pessoa de seu presidente, Engenheiro Jorge Silva, se sente honrado com a obra desse grande nome num espaço onde é a porta de entrada para receber os profissionais da área tecnológica no Conselho.

Hoje, seu trabalho se encontra eternizado em 7 quadros expostos na sede do Crea-ES e continuará evidenciando o olhar sensível e apurado desse grande profissional.

No início de sua jornada acadêmica chegou a cursar Engenharia, mas trancou o curso e foi para os Estados Unidos. Em seus primeiros anos, se dedicou à fotografia publicitária, corporativa e aérea, sendo considerado um dos melhores no segmento.

Sagrilo, como era conhecido, registrou momentos importantes da história e da cultura do Espírito Santo e desenvolveu um trabalho de incontável qualidade e prestígio em seus 50 anos de atuação.

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Jorge Silva

O Crea-ES lamenta o falecimento desse grande artista e se solidariza com os familiares e amigos”.

Jorge Silva, presidente do Crea-ES

O artista faleceu aos 69 anos na quarta-feira, dia 16 de junho.

https://donoleari.com.br/aqui-rubens-pontes-newton-braga/

http://www.creaes.org.br/creaes/

A Empresa Sagrilo Fotografia foi estabelecida formalmente em 1980, por Jorge Sagrilo, que já atuava como free-lancer desde 1974. Com a construção do próprio estúdio, realizou o sonho de se tornar fotógrafo publicitário, seu objetivo desde que pediu demissão do Jornal A Tribuna.

Foi trabalhar como assistente de Nello Caleari, que veio a falecer um ano depois. O aprendizado com Nello foi a base para se dedicar quase que exclusivamente à Fotografia Publicitária, Corporativa e Aérea.

Ao longo de sua trajetória, sempre teve como principais clientes as agências de propaganda, mas também trabalhando diretamente com clientes na área corporativa, moda, design de interiores, restaurantes e designers de jóias, já que num mercado pequeno com o de Vitória inviabiliza uma especialização mais estreita.

O resultado disso pode ser visto aqui no meu site, em Portfolio, onde pode ser visto um mix do nosso trabalho.

1951

Nasce em Pendanga, Ibiraçú, ES, às 23:15 do dia 24 de Dezembro, ou às 00:15 do dia 25, há controvérsias, pois não pois sabemos ao certo se os relógios estavam ajustados para o horário de verão, que já vigia na época a família transfere-se para Vila Velha, na esperança de uma melhor educação para os filhos.

1953 – 1963

Morando em Paul, Vila Velha, faz o curso primário no Grupo escolar Graciano Neves. Nesse período, o talento natural começa a aparecer nas fotos que faz da família e da irmã muito bonita e já falecida, que queria ser Garota-Propaganda.

1963 – 1968

Cursa Ginasial e científico no Colégio Estadual no Forte de São João

1968

Ganha de presente sua primeira camera bem primitiva, uma TEKA, comprada no antigo Empório Capixaba. O interesse cresce e decide estudar inglês já que toda a boa informação sobre técnica fotográfica praticamente não existia em português.

Sem dinheiro para manter o hobby e nem para pagar o curso, propõe ao proprietário de uma escola uma permuta: pelo curso intensivo de 06 meses, duas horas todos os dias inclusive todo o sábado, ele seria Boy, fazendo pagamentos, indo a bancos, etc. Teve muita facilidade em aprender, e no ano seguinte foi convidado a dar aula para os iniciantes. (assim, seu primeiro registro de emprego na carteira de trabalho foi como professor de inglês…)

1969 – 1970

Faz o “Curso de Introdução à Arte Fotográfica” no Foto Clube do ES, onde se destaca na turma, ao mesmo tempo em que faz o cursinho para vestibular engenharia, uma vocação natural desenvolvida consertando tudo o que quebrava em casa.

Faz “bicos” de fotografia para sustentar o hobby. Naquela época, era caro clicar um filme de 24 poses, revelar e fazer cópias em preto e branco. Um filme de 24 poses por semana!!!

1971

Bem colocado no vestibular de engenharia, ganha um fusca 66 de presente, e com mais um dinheirinho que havia economizado com os “bicos” compra uma Pentax Spotmatic.

Pira o cabeção e resolve vender tudo o que tem, tranca a matrícula antes mesmo de começar o ano letivo na UFES e vai para NY “fazer a cabeça” e tentar estudar fotografia. Precisava decidir se viria ser um engenheiro com hobby de fotografia ou um fotógrafo profissional.

Nos 18 meses que morou sozinho, trabalhou como assistente de alguns fotógrafos e também em todo o tipo de trabalho oferecido a imigrantes ilegais. Viveu uma época bastante turbulenta na cultura da cidade e participou de todos os protestos contra a guerra do Vietnam, que normalmente terminavam em concertos de músicos “descolados” no Central Park.

1972

Retorna ao Brasil decidido a ser fotógrafo, para desespero da família. Neste ano ganha Menção Honrosa no Nikon International Photo Contest, um feito e tanto para um fotógrafo amador de apenas 20 anos. Trabalha como professor de inglês novamente, desta vez no Yazigi, e continua fazendo “bicos” para poder manter comprar filmes e materiais para aprimorar a técnica.

1973

É contratado por Rogério Medeiros e Edgard dos Anjos como reporter fotográfico na extinta Revista Agora e volta e estudar engenharia, que virá a abandonar em 1975, quando faz vestibular e entra para a 1ª turma de Comunicação da UFES.

1974

Entra para o jornal A Tribuna, e participa ativamente de exposições fotográficas e artes plásticas.

1975 – 1976

No final de 75 um fotógrafo publicitário italiano, Nello Caleari, que veio montar um estúdio em Vitória, convida-o para ser seu assistente, pois acompanha o trabalho no jornal e vê no seu trabalho um refinamento de composição e uso de lentes, ponto-de-vista, etc que são indispensáveis ao fotógrafo publicitário.

Larga então a Tribuna e trabalha meio-expediente com Nello. Ao final de 1976 Nello morre de infarto súbito, e então lanrga a faculdade para assumir integralmente os trabalhos de fotos no estúdio.

1977

Começa a construir o próprio estúdio, e casa-se com a jornalista Pupa Gatti, com quem veio a ter dois filhos: Bruno, em 1981. e Carolina, em 1983. Separaram-se em 1988.

1978 – 1983

termina a construção de estúdio onde trabalha até hoje. Surge uma oportunidade comercial altamente vantajosa: vence o contrato para acompanhamento das obras da CST até 1983. Abandona a faculdade de Comunicação e dedica-se integralmente à fotogra fia corporativa e publicitária, pois as agências começam a surgir com a formação de muitos publicitários egressos do curso de Comunicação da UFES e outros.

1983 – 1989

O mercado publicitário expande, junto com a cidade e a atividade profissional como fotógrafo é bem remunerada, surgem grandes clientes como Chocolates Garoto, Encol, Firenze, Itapuã, Luigi e uma grande expansão do mercado imobiliário, com grandes lançamentos e caras produções.

1990 – 1998

Conhece Monica Zorzanelli e passam a fazer dupla de produção e fotografia. Casam-se em 1990 e não tiveram filhos (ela já tinha uma filha, Thaissa, do primeiro casamento). Separam-se em 1997. É premiado com o Colibri de Ouro na categoria “Fornecedor do Ano” feito repetido em 1992 e obtém número recorde de colibris em peças que participou como fotógrafo.

1999 – 2002

A fotografia digital atinge um nível de qualidade que possibilita o uso profissional. Com sua primeira camera digital, uma Nikon Coolpix 900, de 2 Mega Pixels, começa a fazer fotos que não sofrerão ampliação acima de 10x15cm.

Faz vários catálogos para a cadeia de lojas Itapuã Calçados e o resultado supera todas as expectativas. compra então sua primeira reflex de 6 MP, uma Fuji S1 e consegue vencer a barreira dos clientes que não acreditavam que a foto digital viesse a substituir o file de cromo (diapositivos que eram escaneados).

2002

Estrutura sua página na internet www.sagrilo.com.br e monta seu Banco de Imagens do Espírito Santo, concentranto-se em imagens de aspectos econômicos, turísticos e culturais do ES. Em 2015 já conta com mais de 18.000 imagens à venda.

As facilidades de produção de fotografias faz com que o estúdio passe a trabalhar com equipes formadas com profissionais free-lancers, assistentes etc. Com a aposentadoria de sua fiel Laboratorista Laurinda, passa a trabalhar sem qualquer estrutura fixa, o que se mostra bastande dinâmico e vantajoso.Casa-se com a dentista e pesquisadora Letícia Fardin Magalhães, e separam-se em 2009, sem filhos.

2011

Compra seu primeiro Drone, diversificando a prestação dos serviços, que agora incluem filmes e fotos aéreas de baixa altitude, uma visão que ocupa o espaço vago mais alto que a visão humana e mais baixo que um helicóptero pode voar.

2015

Com a aquisição de drone Inspire 1 V2.0 e Zenmuse x5, expande a prestação de serviço de fotos aéreas.

http://www.sagrilo.com.br/aempresa.php

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Don Oleari - Editor Chefão

Don Oleari - Editor Chefão

Radialista, Jornalista, Publicitário.
Don Oleari Corporeitcham