Games tem novo colunista novo no PDO: Bernardo Portella estreia coluna – 10

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Games, um universo diferente!

Coluna GAMES | Por trás de tudo | Bernardo Portella

NEC = Nota do Editor Chefão –

Convido aos senhores colunistas do Portal Don Oleari Rubens Pontes, Alencar Garcia de Freitas, Eustáquio Palhares, Alexandre Caetano, Matheus Thebaldi, Magno Araújo, Flávia Miranda Oleare, Sabrina Torezani, Rodrigo Melo Rego, Haroldo Mathias do Passo, Wilson Côelho e Don Oleari a receberem seu mais novo colega – e bota novo nisso daí.

Pensei em escrever um textim pra apresentar o novo colunista novo. Refluí e deixei a apresentação por conta dele, duvidando da minha competência pra “traduzir” quem é esse cara.

Um cara de muita personalidade. Um indivíduo bem definido quanto aos seus projetos. Fomos apresentados por minha filha Flávia Miranda Oleare, que sempre disse coisas sobre ele.

Nosso encontro foi algo indescritível. Começamos a conversar. Sacumé, papo de véi com mininu? Nada disso, papo de um cara resolvido, de igual para igual. A queima-roupa, perguntei: “cê topa fazer uma coluna sobre games no Portal Don Oleari?”.

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Free Fire, o jogo do Bernardo Portella

O cara não titubeou: “Topo”. Daí pra frente começamos a bolar a coluna, fotos iuiscambau. Tá aí. Batam palmas pro seu mais novo colega do belo elenco do Portal Don Oleari. Convido a todos os colegas já aqui estabelecidos a lerem seu texto – seu, dele.

Apresentando Bernardo Portella

Sou o Bernardo Portella, tenho 10 anos de idade, estou no 5o. ano do ensino fundamental e sempre gostei muito de escrever.

Entrei pro mundo dos games há 3 anos. Me apaixonei por tudo e por cada jogo, pois sempre gostei muito de tecnologia e informática.

O que eu jogo atualmente, inclusive participando de campeonatos, é o Free Fire. Uma outra paixão é o futebol e comecei a gostar desse esporte aos 5 anos de idade.

Desde então, se tenho tempo livre e amigos dispostos, eu tô com a bola no pé! Neste ano ganhei uma bolsa integral para fazer parte da equipe da R9 Academy, a conceituada Academia de Futebol do Ronaldo Fenômeno. Lá, dou o meu máximo!

Futuramente eu penso em concluir meus estudos, fazer faculdade de Publicidade e me formar na área de Informática.

Já definí que quero ser um jogador de futebol ou um gamer.

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Bernardo Portella

 

 

 

Bernardo Portella, estudante.

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https://www.empireonline.com/

https://donoleari.com.br/saude-vice-prefeito-enivaldo/

História do Videogame

Por Ana Lucia Santana

O Videogame ou game é uma disputa competitiva, executada no formato de um jogo eletrônico. O jogador permanece diante de um veículo que transmite as imagens do confronto lúdico, quase sempre uma TV ou o dispositivo de um computador. Normalmente estende-se este termo também para definir o suporte no qual os games são processados, conhecido como console.

Ao que parece, o físico William Higinbotham, integrante do projeto Manhattan, responsável pela produção da primeira bomba atômica, foi o criador do Videogame, em 1958, mas inconsciente da importância de sua obra-prima ele não se preocupou em patenteá-la, portanto não foi oficialmente considerado seu artífice.

No auge da Guerra Fria, ele elaborou um mecanismo que incrementasse o número de visitantes do Brookhaven National Laboratories, sediado em Nova York, pois o governo norte-americano tinha como intenção exibir seu potencial nuclear diante de seu povo. Desta forma ele produziu um jogo de tênis com apenas dois traços primitivos e uma bola, batizando-o de Tennis Programming ou Tennis for Two, exposto em uma tela de 15 polegadas e projetado para ser processado em um computador analógico.

Tennis for Two recurso utilizado por William o surpreendeu, pois lhe garantiu um êxito sem igual; mas nem este surpreendente retorno foi suficiente para que ele decidisse patentear seu invento e comercializá-lo. Assim, ficou célebre apenas como um dos criadores da bomba atômica, e a lembrança de sua participação na criação dos videogames tornou-se quase nula.

Do primitivo videogame de Higinbotham, o game evoluiu da simulação de jogos convencionais, tais como os de damas e xadrez, para disputas e confrontos expositivos.

Em 1966, o engenheiro eletrônico Ralph Baer, alemão refugiado nos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial, considerado hoje o pai dos consoles de games, vislumbrou a oportunidade de criar um equipamento que processasse jogos eletrônicos por meio de sua veiculação na televisão, com poucos recursos financeiros.

Isto ocorreu quando Baer trabalhava para a Sander Associates. Contando com a contribuição de seus amigos e companheiros de trabalho, o primeiro fruto de suas experiências foi o ‘chasing game’, elaborado em 1967, um rústico game de Ping Pong, no qual duas figuras no formato quadrado podiam ser manuseadas pelo competidor, e assim deslocadas ao longo da tela.

Seu inventor o patenteou logo em seguida e, um ano depois, expôs o primeiro modelo do videogame, designado de Brown Box, o qual consistia de disputas de futebol, vôlei e tiro. Portanto, não foi o modelo Atari o primeiro game a ser comercializado no mercado de videogames, mas sim este ancestral dos games.

A Magnavox, uma filial da Philips sediada na Holanda, imediatamente se dispôs a lançar para o público consumidor o primeiro console de videogame, intitulado Odyssey 100. Deste primeiro console aos Nintendos, PlayStations e Xbox de hoje, este filão produtivo converteu-se, em princípios do século XXI, em uma empresa extremamente rendosa, captando assim investimentos de monta, que lhe permitem competir com a esfera cinematográfica e até mesmo transcender seus lucros.

Fonte:

https://www.infoescola.com/curiosidades/historia-do-videogame/

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Don Oleari - Editor Chefão

Don Oleari - Editor Chefão

Radialista, Jornalista, Publicitário.
Don Oleari Corporeitcham