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Homem Predador e Escravo da Natureza: Uma Jornada de Domínio e Destruição

Homem Predador

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Um grito ao homem predador pela sobrevivência: basta de “desenvolver”.

Um relato de como o  homem predador foi dominando e sacrificando a vida viva da natureza em troca de sua sobrevivência, da economia e de um desenvolvimento desbragado e desenfreado.

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Don Oleari

Don Oleari Pesquisa

O suposto ser racional é o maior predador da natureza. O homem vem acabando com sua casa, o planeta Terra, desde os primórdios do seu surgimento.

Seres vivos precisam de água para sobreviver. Água é vida. Ele buscou os mananciais de água, a beira dos riachos, córregos e rios, para se estabelecer.

Foi retirando as matas ciliares, protetoras das margens de rios, plantou uma moradia, outros chegaram, fizeram mais moradias. As aldeias viraram vilas, as vilas viraram cidades, que cresceram assustadoramente.

O homem foi empurrando os córregos, os riachos e rios para debaixo de calçamentos de ruas, de asfaltamento de avenidas, e de grandes rodovias.

Passou da hora de parar de desenvolver. Passou da hora de começar a resgatar, a repor o que o homem predador matou de cada lugar. Ele matou e agora está morrendo, impotente, diante de tantos desastres (Don Oleari). 

Homem predador: Uma Jornada de Domínio e Destruição

Desde os primórdios de sua existência, o homem, tido como ser racional, se consolidou como o maior predador da natureza. Em sua busca incessante por sobrevivência e progresso, ele vem sacrificando impiedosamente a vida natural do planeta Terra, sua própria casa.

A água, elemento fundamental para a vida, foi a primeira a ser subjugada. Rios, córregos e nascentes, outrora refúgios de biodiversidade, foram explorados e poluídos, cedendo lugar a cidades e vilas em expansão desenfreada. As matas ciliares, protetoras naturais dos cursos d’água, foram derrubadas sem dó, abrindo caminho para a devastação dos ecossistemas.

O crescimento urbano caótico soterrou sob concreto e asfalto os caminhos naturais da água, aprisionando-a em tubos e canais artificiais. As chuvas, antes absorvidas pela terra e filtradas pelas florestas, agora se precipitam com fúria sobre as cidades impermeáveis, causando inundações e erosões.

A fauna e flora, outrora abundantes e diversas, foram dizimadas para dar lugar a plantações, pastagens e monoculturas. Espécies inteiras desapareceram para sempre, vítimas da caça desenfreada e da destruição de seus habitats.

Em sua ânsia por progresso, o homem explorou desenfreadamente os recursos naturais, como minérios, combustíveis fósseis e madeira. A poluição se tornou um mal onipresente, contaminando o ar, a água e o solo, e causando doenças e sofrimento a todos os seres vivos.

O ar que respiramos, antes puro e revigorante, agora está carregado de toxinas, afetando a saúde humana e animal. A água que bebemos, outrora cristalina e pura, agora está contaminada por produtos químicos e esgoto, colocando em risco a vida de todos.

O solo, base da vida vegetal e fonte de alimento, está se tornando cada vez mais infértil e degradado devido ao uso excessivo de agrotóxicos e fertilizantes. A erosão, acelerada pelo desmatamento e pelas práticas agrícolas inadequadas, leva consigo a camada fértil do solo, comprometendo a produção de alimentos e a segurança alimentar.

O homem, em sua busca incessante por progresso e riqueza, se tornou escravo da própria ganância. Ao dominar e explorar a natureza, ele sacrificou a vida e o bem-estar das futuras gerações.

É hora de despertar para a realidade: o homem não é superior à natureza, mas sim parte dela. Sua sobrevivência e bem-estar dependem da preservação do meio ambiente. É preciso mudar radicalmente nossa relação com o planeta, adotando práticas sustentáveis e buscando a harmonia com a natureza.

O futuro da humanidade depende da nossa capacidade de aprender com os erros do passado e construir um futuro mais verde e sustentável.

Edição, Don Oleari – [email protected]

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Don Oleari - Editor Chefão

Radialista, Jornalista, Publicitário.
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