Tem poetas Débora Villela para todos os gostos: uma colatinense, outra de Piracicaba/SP | Aqui Rubens Pontes | 3/7

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Rubens Pontes

Coluna Aqui Rubens Pontes: meu poema de sábado

Rubens Pontes – Capim Branco/MG

 

Colatinense e piracicabana surgiram surpreendente numa difícil e demorada pesquisa sobre poetas do Espírito Santo.

MANTRAS DE DEBBIE VILLELA (1)

POEMAS DE DEBBIE VILLELA (2)

Um mesmo nome para duas poetas distintas.

Débora Villela

Débora Villela

Este colunista e esta Coluna fazem uma distinção pela origem e pelo estilo de escrever versos.

Revelando ser uma das Débora Villela natural de Colatina/ES  (terra do Poderoso Chefão,Don Oleari) e a outra nascida em Piracicaba, São  Paulo, ambas marcadas por uma convergência ditada pelos mesmos sonhos.

Uma delas (Debbie Villela, a paulista) é advogada, publicitária, pós-graduada em Relações Internacionais pela Boston  University, e  em Master Arts, Comunicação e Propaganda pelo Emerson College na mesma cidade norte-americana., graduada em Direito pela UNIMED,  SP.

Sua auto confissão esclarece sua caminhada:

– “Nasci com um lápis no coração, regido pelo amor e pela vontade de ser feliz e de fazer outras pessoas felizes… Busquei a carreira de advogada, publicitária, sendo sempre uma grande admiradora das palavras que construo em um mundo mais humano… Minha escrita é feita com a alma e meu coração, exalo no papel a forte emoção do sentimento da vida real”.

A colatinense Débora (Debbie Vilella), escritora, letrista, professa uma sensível visão poética  que ditou sua caminhada no campo da criatividade de seus esplêndidos mantras.

Mas, é doloroso constatar, lembrando  velho ditado popular, que “em casa de ferreiro, espeto de pau!”

O Portal Don Oleari obteve com facilidade informações pertinentes à poeta paulista, contra dificuldades  não superadas  sobre a poeta colatinense: a paulista geograficamente distante, em Boston/EUA, a 1.586  quilômetros; a colatinense, ao alcance rodoviário de 135 quilômetros.

Tentativas  de contatos pessoais com a poeta Débora Villela, a de Colatina, Espírito Santo, foram frustrados.

O Portal Don Oleari abre espaço, no entanto,  para aplaudir a recente instalação  na cidade  da ALARC – Academia de Letras  e Artes  de Colatina, excelente instrumento para estimular a criatividade e promover a divulgação de  trabalhos da inteligência  local.

Uma lacuna agora em 2021 preenchida com 40 membros efetivos, entre eles nomes  conhecidos como Olney Braga e  Filogonio Barbosa (In Memoriam), e uma Comissão Provisória presidida por Isolina de  Castro e os vice-presidentes Maraeliza Penitente, Marcos Penitente e Suely Seváltice, e Bruno Tardin ocupando sua Secretaria Geral.

A esse movimento em defesa da inteligência criativa, se articula  o projeto literário “Escritos de Colatina”, da Secretaria de Cultura e Turismo da PM de Colatina, comandada pelo escritor Adilson Villaça.

Melhores tempos à vista.

A Coluna deste sábado retorna às criações na área da poesia, destacando as reflexões de Debbie Villela colatinense, expressas em mantras de profundas conexões com o que de mais sensível habita o coração dos homens.

Uma oração da poeta:

Coloquem rosas no

coração, elas dividem a solidão

da saudade.

 

Debbie Villela nos faz lembrar dos hai kais do nosso saudoso companheiro Marien Calixte quando se expressa:

 

Colho folhas para despircolatinense

seu corpo de dores.

 

E filosofando:

 

Celebre cada momento de sua vida

como se fosse um Ano Novo…

branco, leve e de esperança.

 

Cuide da mente como se fosse um jardim

vivenciando todas as estações do ano.

 

Nada supera a paz interior

ele tem perfume de amor, corpo de anjo

alma de  vida eterna.

Como  poema:

VIDA DE AMOR

 

Espirrou tanta purpurina no corpo

que um coração assimilou a diferente luz

Corpo e coração dançaram juntinhos

em rítmo compreensível aos olhos

de quem ama

E assim ficaram horas  para  sempre

se conhecendo na  vida  de amor.

Debbie Villela, paulista, brinda-nos com dois de seus poemas:

DANÇA e AMOR.

Dançacolatinense

Aqui neste cantinho, dois corpos se embalam,

Em azul anis bailam livremente…

Nem de samba é o apelido, vivem só de bossa-nova;

Sussurrando suor esporádico;

Mesclam uma aquarela mista;

Nos timbres agudos entres valsas e trompetes;uva;

Que de tão fina arde nos corpos;

Amolecendo as almas;

Com a dança sagrada,

Se esvai na batida frenética,

Do ensandecido ritmo teatral,

Cujas fantasias se fragmentam nos corpos alvos,

Coladas junto ao piano velho,

Vestem a magia dos amantes,

Nas caudas envelhecidas com pés saltitantes.

Amor

De corpo total no delivery
Do amor
Das renúncias
Das dúvidas
Das alegrias
Das libertações
A vida que se constrói
Na eterna dança
no compasso em frenética evolução.

 

Um pio:

Piotaco de Don Oleari – Após quase duas horas pesquisando no nosso guia, herói, patrono e oráculo Gugou, por fotos das Vilella do Rubens Pontes, desisti. E me dei por satisfeito pelas imagens aí postadas. A foto de capa, arbitrei – todo Editor é arbitrário – usar uma assinatura que vale por duas. Boa leitura.

https://donoleari.com.br/revitalizacao-don-oleari-euclerio/

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colatinense

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Don Oleari - Editor Chefão

Don Oleari - Editor Chefão

Radialista, Jornalista, Publicitário.
Don Oleari Corporeitcham