Weyden Rodrigues: amizades e histórias | 4/5

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Weyden Rodrigues – administrador 

 

Gostaria de dividir com meus amigos e pedir licença aos irmãos Maria Lucia Silva, Cristina Da Silva e Goretti Silva, e demais amigos, Zé Geraldo, Zé Roberto, Zé Luiz e Zé Divino, para falar sobre a alegria de ter o privilégio da amizade desta família.

museu-capixaba_do_negro-696x163-1.jpgA saudosa Maria Verônica da Paz, referência do movimento negro no Espírito SAnto e que dá nome ao Mucane (Museu Capixaba do Negro), faz parte desta história.

Esta família mantém viva a tradição de na Semana Santa, no domingo de Ramos, reunir todos os filhos em torno de um pilão para o preparo de uma paçoca extremamente saborosa.

Imaginem quantas histórias, casos, energias partilhadas no preparo desta delícia. Agora há pouco junto com minha tia Aparecida (Dinda de Lucrécia ), ao provar desta preciosidade, tivemos a certeza de estar diante de um verdadeiro manjar de alegria, de amor, de paz, luz, fé e muita cumplicidade.

 pacoca-1.jpgHá muito tempo nāo comia uma paçoca tão saborosa.

E o encontro empre se repete  para o preparo da torta. É, gente…é o que falo: o que fica são os momentos. Isso nos eterniza… e ser privilegiado por fazer parte deste círculo nos coloca diante da clara presença de Deus. Obrigado.

Histórias I

Nos manifestos que eu e Glorinha do Romão produzimos sempre éramos abordados por Edson Ricardo. Como me perturbava!  Enquanto não o apresentasse como presidente da massa fanqueira não me dava sossego. Imagina essa perturbação estando há 13 horas montado kkkkk…..era uma figura!

Foi o idealizador da primeira parada gay no ES, com percurso da orla de Camburi até a Praça dos Namorados.  Presente apenas eu, Chica Chiclete, e uns gatos pingados, um verdadeiro fiasco!  Era do truque e de luta. Deixou história. Vou sentir saudade.

Histórias II
Também me recordo do alvoroço do grupo de jovens da igreja matriz Santa Maria Goreth, quando ao comando de Alvarito Mendes Filho, encenávamos o auto da paixão de Cristo. Foi ali que começamos a desenvolver nossas habilidades artísticas.
Tínhamos que dormir na recém inaugurada quadra de esportes para vigiar os equipamentos de iluminação cedidos pelo DEC (Departamento Estadual de Cultura). Tudo era uma grande festa.
Eu costurava na sacristia. Bem, vamos pular esta parte. Depois dos exaustivos ensaios nos reuníamos no bar do Aroldo Braun, onde, sob o comando de Irineu Lyra, Mirinho, José Olavo Médice, Cuca e uma infinidade de talentos, éramos brindados com o melhor do cancioneiro nacional.
Ai, meu pai… Deixa eu parar com este saudosismo. Mas bem que eu queria reviver toda aquela emoção. Ai…como eu queria!”
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Don Oleari - Editor Chefão

Don Oleari - Editor Chefão

Radialista, Jornalista, Publicitário.
Don Oleari Corporeitcham