Passiva sim
Passiva sim, a direita brasileira
NEC = Nota do Editor Chefão, Don Oleari |
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ARTIGO |

LEONECE BARROS
A direita brasileira sempre reconheceu como nobre, apropriada e oportuna a postura do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro.
Por dignidade pessoal, ele sempre pautou sua conduta presidencial em agir “dentro das quatro linhas”.
Foi por isso que, durante sua governabilidade, não se registraram corrupções e houve progressos em todas as áreas administrativas e socioeconômicas do país.
Seu bom exemplo ficou enraizado na memória dos brasileiros que cultuam bons princípios por reverência a Deus, amor ao próximo, paixão pela pátria e, valorosamente, por viverem sob os auspícios da honra!
Embora assim, ousa-se aqui elucubrar que Jair Messias Bolsonaro não dimensionou com precisão as quatro linhas perimetrais de sua conduta como presidente do Brasil.
Em razão disso, considerando seu temperamento impulsivo – que, em momentos inoportunos, facilmente enfraquecia a nobreza de seus propósitos – o aguerrido presidente cometeu algumas falhas procedimentais.
Entre elas, não ter investido de maneira razoável e inclemente contra a ingerência do Supremo Tribunal Federal, por meio do ministro anticonstitucional — portanto, fora da lei, na avaliação do autor — Alexandre de Moraes, quando este decidiu que o chefe da Nação não poderia exonerar e nomear diretor da Polícia Federal.
O líder foi testado em sua autoridade e competência pelo maldito “Nosferatu” e, por não ter sido imponente no exercício de suas atribuições, foi usurpado. Desde então, a coisa desandou no país.
Andam as coisas de tal modo que desastrosas são.
Tanto que até a insatisfação da direita — agora mais acentuada que nunca — está sendo deliberadamente afrontada e ameaçada pelos membros fundadores e pelos idiotas úteis da Horda do Foro de São Paulo.
Os tais resgataram um vídeo antigo do abominável José Dirceu — menestrel das ameaças e injúrias do PT —, que, em outra oportunidade, disse que “{…} falharam na facada” contra o então presidente Bolsonaro.
Também afirmou que “{…} vão tomar o poder, que é diferente de ganhar a eleição {…}”.
Ele, rejeitado pelos brasileiros na tentativa de eleger-se deputado federal no último pleito, foi apresentado em vídeo ameaçando a Nação Brasileira com a premonição de uma “revolução vermelha”, caso o molusco comunista, corrupto, ladrão e mentiroso contumaz seja derrotado — como temos torcido que seja — por Flávio Bolsonaro no segundo turno das eleições de 2026.
Os membros do Partido dos Trapaceiros, ou Partido dos Traficantes, ou Partido dos (não) Trabalhadores e, também, Partido dos Tapados — ressalvadas as possíveis ou raras exceções — consideram-se imbatíveis e, por conseguinte, entendem que a serenidade da direita brasileira é, na verdade, pura covardia.
Além do mais, acreditam que todos nós estamos desarmados e sem condições de defesa ou contra-ataque.
Os hordeiros (!) do Foro de São Paulo pensam contar com os invasores de terrenos alheios do Movimento dos Sem-Terra (MST) e com o apoio de grupos terroristas como o Hamas e as Farc.
Nós outros ainda temos a nosso favor os drones de Trump sobrevoando por aí. Quem sabe ainda poderemos contar com membros da sinistra Força Delta, parceiros do Escudo das Américas? Deixa estar!
Dentro de nossa formação e de nossas convicções políticas, é tão incrível quanto dolorido perceber o quanto algumas pessoas próximas são tomadas pelo nefasto e espúrio personagem da esquerdalha, com suas ideologias macabras.
Personagens ditos honrados, que defendiam princípios nobres, hoje amam, defendem, atacam e até matam e morrem por ele, caso sejam questionados ou convidados a explicar como podem ser simpáticos ao indivíduo que consideram comprovadamente mentiroso, ladrão, enganador, corrupto, inclemente, incapaz, comunista e incrédulo, envolvido com ditadores e narcotraficantes, além de ser ex-presidiário, beneficiado com uma “saidinha” por tempo indeterminado, posto ter sido descondensado, e não inocentado!
O submundo do crime, em peso, vota nele com prazer e esperança! Essa postura dos malfeitores pode ser justificada pela coerente assertiva que não foge do relicário de citações: “Aves da mesma espécie e plumagem andam em bando e voam sempre juntas”. (TURNER, 1545).
Entendendo hoje mais que ontem a natureza humana, fica mais fácil lidar com o volume de complexidades que nos visitam, a nós, humanos, e com o quanto somos diversos em nossas subjetividades.
Em razão de tudo isso, sofre-se menos ao ver que pessoas tão queridas e valorosas não voam, mas andam na mesma trilha do soez e de seu grupo.
Sei que são da mesma espécie, mas a “plumagem” tem um tom que não coincide com o das aves de rapina do bando!
Será que os próximos que estão entre o bando se encaixam na outra assertiva de que “há exceções em todas as regras”?
Bom seria que todos avaliássemos uma questão importante antes de irmos às urnas: ninguém é perfeito, mas qual dos candidatos reconhece isso e cuida de se penitenciar?
Será Flávio Bolsonaro, 22, que promete recuperar o Brasil do caos, ou Lula, 13, que já levou o Brasil ao caos e quer ir mais adiante?
Será Flávio, que reconhece falhas e se penitencia, ou Lula, que, mesmo diante de suas mazelas comprovadamente confirmadas, assegura que “não há no Brasil {…}, uma viva alma mais honesta que eu”?
É importante que os membros da Horda e os “idiotas úteis” usados por eles considerem que a direita brasileira pode ser pacata e até excessivamente tolerante, mas não é covarde nem está morta.
A direita brasileira é compassiva, mas não é covarde! É preciso que entendam até que extremos as pessoas podem chegar em razão das circunstâncias.
Maquiavel, referindo-se às multidões acossadas e em risco de vida, teria asseverado:
“A necessidade faz grandes homens, o desespero faz ainda maiores. Quando um povo é obrigado a lutar pela vida, ele encontra forças eu não sabia ter”.
FIQUEM SEGUROS!
(LB, 18/10/2026)
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