Quem é o Sheik árabe
Quem é o Sheik árabe – seu menor problema na vida é contar dinheiro; dono do Bahia Futebol Clube, da Série A do Brasileirão, e outros times pelo mundo
PERFIL |
EMPRESAS & NEGÓCIOS
SPRTOTAL | TODOS OS ESPORTES PARA TODOS
É isso mesmo: o Esporte Clube Bahia faz parte da mesma galáxia do Manchester City e de muitos outros clubes do poderoso grupo.
Ele é ninguém menos que Mansour Bin Zayed Al Nahyan, o bilionário dos Emirados Árabes que comanda o poderoso Grupo City – um império esportivo que vai muito além da Inglaterra que fincou bandeira também no futebol brasileiro.

everton ribeiro, ex-flamengo
Dono de uma fortuna estimada em R$ 126 bilhões, Mansour não é só o cérebro por trás do City, atual multicampeão da Premier League.
Ferrari
Também tem 5% de participação na Ferrari, a lendária escuderia italiana da Fórmula 1.
Se isso não bastasse, o homem ainda ocupa cargos de alto escalão em seu país: é vice-primeiro-ministro dos Emirados, membro do Conselho Supremo do Petróleo e chefia a Emirates Racing Authority, responsável pelas luxuosas corridas de cavalos que acontecem por lá.
Mas afinal, quem é esse sheik também dono do Bahia?
Nascido em 1970, em Abu Dhabi, Mansour cresceu cercado por petróleo, cavalos e palácios, mas foi nos Estados Unidos que completou sua formação.
Al Jazira
Começou investindo no Al Jazira, clube da capital dos Emirados, mas ganhou os holofotes em 2008 ao comprar o então modesto Manchester City.
Desde então, seu grupo virou uma verdadeira máquina de comprar clubes, montando o que ele mesmo define como uma “rede global de talentos”.

Hoje, o City Football Group é dono ou sócio de mais de 10 clubes ao redor do mundo
Clubes do Grupo City ao redor do mundo – no final do texto.
E como está o Esquadrão de Aço nessa nova fase? Desde que passou a integrar o Grupo City, o Bahia vem experimentando uma transformação completa, dentro e fora de campo.
O clube reforçou a estrutura física, apostou em tecnologia, intensificou o trabalho com categorias de base e trouxe reforços com perfil mais técnico e jovens promissores.
O investimento já começa a dar frutos: em 2024, o time garantiu a permanência na Série A com uma campanha sólida e vem brigando por posições mais altas em 2025, com um estilo de jogo moderno, marca registrada do “modelo City”.
No fim das contas, o Bahia não virou apenas um clube com dono estrangeiro.
Virou parte de um projeto global que conecta Salvador a Manchester, Nova York, Montevidéu e Mumbai. E tudo isso com a bênção (e o dinheiro) de um dos homens mais ricos do planeta.
Como dizem por aí: agora o céu é o limite para o Tricolor Baiano.

A expansão global do Grupo City permite uma sinergia entre os clubes, com compartilhamento de tecnologia, infraestrutura e até jogadores.
Europa:
- Manchester City (Inglaterra);
- Girona FC (Espanha);
- Palermo FC (Itália);
- Lommel SK (Bélgica);
- Troyes AC (França);
- Istanbul Basaksehir (Turquia – parceiro).
Américas:
- New York City FC (EUA);
- Bahia (Brasil);
- Montevideo City Torque (Uruguai);
- Bolívar (Bolívia – parceiro).
Ásia:
- Mumbai City FC (Índia);
- Yokohama F. Marinos (Japão);
- Sichuan Jiuniu (China).
Oceania:
- Melbourne City FC (Austrália).
Muito além do futebol
O envolvimento de Mansour no futebol é apenas uma das faces de seu império.
Grande parte de sua fortuna vem da exploração de petróleo, setor no qual sua família ocupa posição dominante. Sua influência política e econômica é central nos Emirados Árabes, um dos países mais ricos do Oriente Médio.
Com o Bahia, o objetivo do Grupo City é aplicar o mesmo modelo de gestão vitorioso que levou o Manchester City ao topo do futebol europeu.
Investimentos em infraestrutura, categorias de base e gestão profissional já estão em andamento na equipe baiana.
Quem é o Sheik árabe
Edição, Don Oleari – [email protected] | https://twitter.com/donoleari
http://www.facebook.com/oswaldo.oleariouoleare –
Instagram do Don Oleari Portal de Notícias
https://www.instagram.com/donolearinoticias/
Linhares | Prefeitura promove Formação para Profissionais da Educação




