
“Trump não mandou nem o porteiro da Casa Branca”, disse Aldo
Aldo Rebelo escancara a COP30 e não alivia para ninguém; cita inclusive as Ministras Marina Silva e Sonia Guajajara, “verdes” fanáticas e radicais – que moram confortavelmente na pauliceia desvairada = São Paulo
ESPECIAL RESCALDOS DA COP 30 |
REDAÇÃO DOPN |
As COP são uma festa para as milhares de ONGS – uma boa parte delas, aquinhoadas com verbas generosas que fazem a boa vida de quem explora a desgraça alheia.
Ausência de grandes líderes
No exato momento em que o principal evento climático do planeta é realizado na Amazônia – a COP30 em Belém, já se encerrando – o ex-ministro Aldo Rebelo disparou uma verdadeira artilharia contra o cerne diplomático da conferência.
“Não veio nem o porteiro da Casa Branca”, diz Rebelo.
Vai nesse linki aí e veja a fala completa de Aldo Rebelo:
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Para ele, o encontro, que deveria projetar o Brasil como protagonista no debate climático, “virou uma vitrine vazia”.
Rebelo chamou o evento de um “fiasco político”, destacando a baixa adesão de chefes de Estado: para ele, “países centrais das discussões climáticas” simplesmente ignoraram Belém.

Nem o porteiro da Casa Branca
Ele menciona a ausência de lideranças dos EUA, Rússia, Argentina, Paraguai, Uruguai e até parte dos BRICS e Mercosul.
“Por que o presidente dos Estados Unidos não mandou nem o porteiro da Casa Branca?”, provoca Rebelo, numa crítica ácida à diplomacia do evento.
Mas as críticas dele não param na falta de chefes de Estado.
Segundo Rebelo, a marcha climática paralela – que reúne ativistas e ONGs – tornou-se um espetáculo orquestrado por interesses internacionais.
Aldo Rebelo acusa que muitas dessas organizações servem agendas que pouco dialogam com a realidade social da Amazônia.
Ele também ataca a participação das ministras Marina Silva (Meio Ambiente) e Sônia Guajajara (Povos Indígenas).

Para Rebelo, elas participam da marcha, voltam para São Paulo (onde têm mandatos) e deixam a Amazônia “entregue ao seu destino”.
Enquanto isso, diz ele, na região “persistem problemas como analfabetismo, mortalidade infantil, falta de saneamento e eletrificação”.
Rebelo vai ainda mais longe ao criticar o financiamento ambiental internacional.
A saúva, lembra?
Ele afirma que existe “uma caixa preta” dentro do Estado, controlada por ONGs estrangeiras, que estariam moldando a política ambiental brasileira de dentro para fora.
Para ele, ou o Brasil “acaba com essas ONGs ou as ONGs vão acabar com o Brasil”.
No ponto de vista dele, o descompasso entre retórica ambiental e desenvolvimento social na Amazônia é gritante.
Ele diz que a COP30, embora cheia de simbolismo geográfico, não resolve os problemas reais da população local:
“A prática cotidiana de Brasília deixa a região à míngua”, afirma em vídeo.
Esse discurso de Rebelo levanta um debate central:
– até que ponto a COP30, concebida pela diplomacia do governo, tem impacto real e representativo – e não apenas simbólico – para os que vivem na Amazônia?
E mais: quem realmente está puxando as rédeas dessa narrativa climática no Brasil?
Aldo Rebelo escancara a COP30
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