nova usina solar
Nova usina solar fortalece estratégia de sustentabilidade da companhia e contribui para a redução das emissões de carbono
SUSTENTABILIDADE | ENERGIA LIMPA
EMPRESAS & NEGÓCIOS
REDAÇÃO DOPN | AQUI ESPÍRITO SANTO
O frupo Michelin anunciou a entrada em operação de uma nova usina de energia solar na Bahia neste Dia Mundial do Meio Ambiente
O grupo amplia o uso de fontes renováveis em suas atividades e reforça seu compromisso com a sustentabilidade.
O sistema fotovoltaico tem capacidade para gerar 102 mil kWh em médian por ano e integra a estratégia global da empresa voltada à redução das emissões de carbono, à eficiência energética e à promoção de impactos positivos nos territórios onde atua.
Instalada em uma área de 620 metros quadrados de painéis solares, a usina atenderá o Centro de Estudos da Biodiversidade, o Centro de Pesquisa em Heveicultura e o Espaço Ouro Verde, local destinado à recepção de visitantes e atividades educativas.
A estrutura sustentável da Michelin na região também inclui a Casa do Pacangê, espaço de apoio a pesquisadores e biólogos da Reserva Ecológica Michelin.
Nessa área já opera um sistema fotovoltaico autônomo, capaz de gerar e armazenar energia em baterias, funcionando de forma independente da rede pública de eletricidade.
Na área industrial, onde funciona a usina de beneficiamento de borracha natural, toda a energia elétrica utilizada continua sendo adquirida de fonte 100% renovável, certificado pelo sistema internacional i-REC.
Glauce Ferman, Diretora de Comunicação & Marcas, diz que desde 2021, todas as unidades industriais da Michelin passaram a operar com energia elétrica de origem renovável, reforçando a política da companhia de incorporar práticas sustentáveis em toda a sua cadeia produtiva.
“Essa nova usina vai muito além da redução de custos com energia. O projeto materializa o compromisso da Michelin com a sustentabilidade, reforçando a integração entre desenvolvimento econômico, responsabilidade ambiental e impacto positivo. Ao utilizar uma fonte de energia limpa e renovável, o Espaço Ouro Verde reduz sua pegada de carbono e contribui diretamente para a preservação da Mata Atlântica e para os objetivos globais de transição energética”, afirma Glauce Ferman, Diretora de Comunicação & Marcas, Sustentabilidade e Relações Públicas da Michelin América do Sul.
Segundo a empresa, a adoção da energia solar no Espaço Ouro Verde Bahia fortalece ações que integram preservação ambiental, pesquisa científica, produção agrícola responsável e valorização das comunidades locais.
A Michelin estabeleceu a meta de alcançar a neutralidade de carbono até 2050 e reduzir em 50% suas emissões de gases de efeito estufa até 2030, considerando toda a cadeia de valor da companhia.
“Com a usina de energia na Bahia, a Michelin reforça que sua agenda sustentável está baseada em ações concretas, com foco simultâneo em descarbonização, eficiência operacional e geração de valor de longo prazo”, completa Saulo Cardoso, Coordenador de Segurança, Saúde e Meio Ambiente da Michelin-Usina Borracha Natural.
Sobre a Michelin
Fundada na França e com mais de 130 anos de atuação, a Michelin é uma das principais empresas globais na área de materiais avançados, mobilidade e fabricação de pneus.
A companhia desenvolve soluções para setores como transporte, construção, aeronáutica, energias de baixo carbono e saúde.
Com sede em Clermont-Ferrand, a empresa está presente em 175 países e emprega cerca de 122,6 mil pessoas em todo o mundo.
Além de seus produtos e soluções tecnológicas, a marca também é reconhecida internacionalmente pelo tradicional Guia Michelin, referência mundial na avaliação de restaurantes e hotéis.
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