Collor
Collor de Mello, assim como outros réus confessos da Operação Lava Jato ainda livres por aí, já deveria estar, há muito tempo, lambendo as grades de algum presídio em Alagoas
MARACUTAIAS BRAZIL VARONIL

ARTIGO |
LEONECE BARROS (***)
O cenário político brasileiro há muito se encontra tingido por cores sombrias e alarmantes, notadamente pelo vermelho que simboliza o comunismo e adorna a esquerda nacional.
Atualmente, o quadro ganha um novo “collorido” alegórico com a prisão de Fernando Collor de Mello, determinada por um decano da Suprema Corte, considerado uma verdadeira águia do Direito.
Collor de Mello, assim como outros réus confessos da Operação Lava Jato ainda livres por aí, já deveria estar, há muito tempo, lambendo as grades de algum presídio em Alagoas.
Hoje, discute-se em todo o Brasil se o ex-presidente estaria sendo apenas um “boi de piranha” da poderosa corte, abrindo precedentes para justificar, embasar ou até mesmo atenuar um possível processo de prisão contra Jair Messias Bolsonaro.
Acredite quem quiser, até porque, pode até ser. Mas, quanto a mim, prefiro pensar diferente. Não vejo Collor como um bode expiatório, nem como peça de distração.
Para mim, ele é a própria piranha pervertida que emergiu das profundezas do rio caudaloso que chamamos de Sistema.
Fez acordo com os boiadeiros, traindo seu próprio cardume. Boi de piranha? Não! Ele é da turma! Lembrem-se de como tratou seus compatriotas como gado ao presidir o país.
O Sistema é bruto, compatriotas! Nunca nos esqueçamos disso. Collor é dissimulado e já provou isso à Nação.
Essa prisão repentina não passa de encenação: cinco dias em uma suíte “presidencial” em um presídio bem estruturado em Maceió, seguido de prisão domiciliar.
Depois disso, será considerado inocente. A justificativa? A mesma jurisprudência que tenta desqualificar a Operação Lava Jato, aquela que o mesmo decano, hoje seu algoz, já deslegitimou publicamente.
Assim, o farsante das Alagoas estará logo livre, impune e rindo da nossa cara em algum recanto aprazível do seu estado, usufruindo dos benefícios acumulados por décadas de conchavos.
Collor não é desafeto do Sistema é aliado. Estava todo garboso na posse de Flávio Dino, comunista declarado e membro importante do Foro de São Paulo.
Dino é o Ás de Copas no baralho jogado pela esquerda brasileira, que tem no cassino das políticas devastadoras o mais habilidoso dos croupiers: José Dirceu, estrategista de mente diabolicamente produtiva. É ele quem distribui as cartas no jogo político atual.
Collor foi uma desgraça para o Brasil. Roubou os bens dos brasileiros, levando muitos à miséria e até ao suicídio. É natural que os sobreviventes vibrem com sua prisão.
Mas perigoso mesmo é relaxarmos a vigilância e aceitarmos passivamente outras tragédias que continuam corroendo os alicerces da nossa pátria.
Não se doma uma cobra peçonhenta. Ela jamais será um ser confiável. Não sentirá empatia por nós e, no momento oportuno, inoculará sua peçonha mortal, pois isso faz parte de sua natureza.
Ao contrário, precisamos seguir firmes na luta por um Brasil livre, justo e promissor.
Que os matizes do atual “collorido” respinguem todos os cantos do país e revelem os verdadeiros bandoleiros nacionais. Que o trabalho continue sendo o nosso digno e honrado caminho!
FIQUEM SEGUROS!
LB – 01/05/2025
LEONECE BARROS (***) é radialista, jornalista, advogado
Collor
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