Sandrera junta memórias
Sandrera junta memórias em 12 faixas que têm a viola caipira como eixo sonoro e participações de Paulinho Pedra Azul, Chico Teixeira, Chico Lobo e outros convidados
REDAÇÃO | AQUI ESPÍRITO SANTO/DOPN
Memórias de infância, afetos familiares, paisagens do interior do Espírito Santo e referências da culinária dão o tom de “Casa de Biga”.
O novo álbum do cantor e compositor Sandrera chega às plataformas digitais neste dia 29 de outubro.
O disco reúne 12 faixas compostas em diferentes momentos dos mais de 28 anos de carreira do artista.
É um trabalho conceitual, construído em torno da viola caipira e de sonoridades que dialogam com instrumentos como violino, rabeca, steel guitar e sanfona.
Os arranjos foram desenvolvidos faixa a faixa, combinando referências da música brasileira para dar unidade a um repertório que atravessa diferentes fases da trajetória do compositor.
Cantoria na sala de casa
As participações especiais ajudam a construir a atmosfera de encontro que orienta o álbum.
A proposta é reproduzir uma grande cantoria familiar, como se todos estivessem reunidos na sala de casa, cantando para a mãe do artista.
Paulinho Pedra Azul participa de “A Casa é Sua” e divide com Sandrera a composição de “Tudo ao Seu Tempo”.
Chico Teixeira participa de “Cativeiro”, enquanto Chico Lobo está em “As 13 Marias”.
O repertório conta ainda com Francis Rosa em “Mistérios do Criador”, Marcos Côco em “Quando Eu Não Mais Estiver por Aqui” e Amélia Barreto em “Querer”.
As participações reforçam o espírito de partilha que atravessa o projeto, aproximando diferentes artistas em torno de canções ligadas à memória, aos vínculos familiares e às experiências de vida.

Definido pelo próprio Sandrera pelas palavras “memórias” e “afeto”, “Casa de Biga” é uma homenagem à sua mãe.
O fio condutor do trabalho está nas raízes do artista em Vila Velha e nas lembranças das férias escolares passadas na casa dos tios, no interior do Espírito Santo.
As canções recuperam paisagens, costumes, sabores e elementos da musicalidade interiorana capixaba.
São lembranças pessoais que ganham forma musical e ajudam a compor um retrato afetivo das origens do compositor.
O álbum aproxima músicas de diferentes épocas. “Triste Foi Picasso”, primeira composição de Sandrera, foi escrita há mais de 28 anos.
“Mergulhança”, composta há quatro anos especialmente para o projeto, é a faixa mais recente do repertório.
Ao reunir essas canções, o artista estabelece uma ponte entre diferentes momentos de sua trajetória.
Composições que permaneceram guardadas ao longo dos anos ganham novos arranjos e interpretações, agora reunidas em um trabalho marcado pela ligação entre música, família e identidade cultural.
Produção e lançamento
A produção musical é assinada por Sandrera e Ricardo Cachalote.
“Casa de Biga” chega às plataformas digitais em 29 de outubro de 2026.
Pré-save: http://tratore.ffm.to/sandreracasadebiga
Instagram: @sandrera_oficial
Spotify: SANDRERA
YouTube: SANDRERA
Sandrera junta memórias
Edição, Don Oleari [email protected] | https://twitter.com/donoleari
Com informações do produtor cultural Manoel Goes Neto
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