artistas da Prainha

Os artistas da Prainha miram nas supostas ou possíveis deformações de sítios históricos pelo mau uso da Inteligência Artificial
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DON OLEARI
Artistas, pesquisadores, empreendedores e agentes culturais do Coletivo Criativo Prainha iniciciaram um movimento de alerta sobre o uso inadequado da Inteligência Artificial (IA).
Eles estão preocupados com o uso da ferramenta de forma inadequada, frequentemente alteradas ou deformadas e a inconsequente divulgação de patrimônios históricos de Vila Velha/ES nas redes sociais.
A preocupação do coletivo é com imagens criadas sem critérios de educação patrimonial, que alteram de forma agressiva características arquitetônicas de monumentos históricos da município, com quase 500 anos de fundação – 1535/2026.
Entre os exemplos citados pelo grupo estão o Convento da Penha, de 456 anos, a Igreja Nossa Senhora do Rosário da Prainha, com 491 anos.
Outros anotados são o Farol Santa Luzia, na Praia da Costa, o Forte São João da Barra, localizado dentro do 38º BI do Exército, além de praias, casarios antigos e elementos da arquitetura urbana de Vila Velha.
Primeira reunião do GT
A primeira reunião do Grupo de Trabalho (GT) do Coletivo Criativo Prainha foi realizada na galeria-store VilaZinha Espaço Artes, da Pousada VilaZinha, na Prainha.
Participaram Celso Adolfo e Roger Di Araujo, a artista e empreendedora Emanuele Righetti, o designer Felipe Facini, o pesquisador Sr. Motta e o produtor cultural Manoel Goes.
Ações definidas
elaboração do manifesto público definitivo, com aprovação e sugestões do coletivo;
divisão das tarefas entre os integrantes;
criação de uma galeria virtual reunindo imagens consideradas inadequadas do patrimônio histórico produzidas por IA;
organização do concurso “Pinte o Convento da Penha” e outros patrimônios históricos de Vila Velha;
busca de parcerias com instituições como IPHAN, Ifes, Faculdade Vasco Coutinho, Instituto Histórico e Geográfico de Vila Velha, Sebrae e Prefeitura de Vila Velha;
realização de palestras, oficinas e rodas de conversa sobre educação patrimonial;
ampliação da divulgação do projeto nas redes sociais.

Segundo o grupo, o principal objetivo da iniciativa é fortalecer ações de educação patrimonial e conscientização sobre a preservação da memória histórica e cultural de Vila Velha.
O Grupo de Trabalho é formado por Emanuelle Righetti, Celso Adolfo, Roger Di Araujo, Felipe Facini e Sr. Motta.
Uso da IA
O coletivo destacou ainda que não é contrário ao uso da Inteligência Artificial.
Segundo os integrantes, as ferramentas de IA representam um importante avanço tecnológico, desde que utilizadas de forma técnica, correta e com responsabilidade.
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Edição, Don Oleari – [email protected] | https://twitter.com/donoleari
Com informações do produtor cultural Manoel Goes Neto
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Uma resposta
Parabéns! Abraço para Manoel Goes e Celso Adolfo Salles. Os demais não os conheço! DonOleari incentiva a cultura capixaba!