VIAGENS & TURISMO

DON OLEARI
NEC = Nota do Editor Chefão, Don Oleari |
Estar em todos os lugares do mundo, é um sentimento comum a qualquer bichumano.
Mas, estar pra valer em cada esquina do mundo, é pra quem tem disposição, um projeto e planejamento.
Convido aos parceiros a embarcamos num roteiro com nossa prezada Lonen Thomsen.
De cara, aviso quié preciso ter fôlego.
Lonen está completando cerca de 110 países visitados nos tempos mais recentes.
Vi um desses roteiros dela no Facebook e não pensei duas vezes: perguntei se topava a gente formatar alguma coisa aqui no nosso jornal.
Ela, rápida no gatilho, respondeu imediatamente: “topo, sim, pode fazer”.
E aqui estamos nós viajando com Lonen Thomsen, começando por um dos seus roteiros mais recentes.
Exatamente, niquiqui aterrissou na Córsega, mais precisamente na ilha onde nasceu Napoleâo Bonaparte.
Vamos embarcar, gente! (Don Oleari).
O MUNDO É MEU LUGAR |

LONEN THOMSEN
Check-in da vida. O peso das transições
Encerrar um ciclo nunca é simples.
Significa se desfazer de pertences, papéis, situações e, principalmente, sentimentos construídos ao longo da jornada.
Cada despedida carrega em si um pedaço de nós mesmos.
Ao mesmo tempo em que surge a dor da perda, também nasce a esperança de que o novo traga melhores perspectivas.
É como viver numa gangorra: de um lado, a saudade; de outro, a expectativa.
A bagagem que carregamos
No cotidiano, acumulamos histórias, lembranças, objetos e papéis como se fossem indispensáveis. Mas chega o momento em que a bagagem pesa demais. É preciso, então, escolher o que realmente faz sentido levar adiante.
Esse é o instante do desapego: selecionar, abrir mão, decidir. A vida é feita de escolhas, e cada escolha carrega uma renúncia.

Check-in como símbolo
O check-in vai além da burocracia. É o ato simbólico de assumir o que se leva para a próxima etapa e o que se deixa para trás.
Um exercício de coragem e renovação.
Yes, we have too: aprender a recomeçar
Toda transição nos coloca diante de contradições: velho e novo, certo e incerto, conhecido e desconhecido.
O que nos ajuda a decidir? As experiências, os afetos e os vínculos que nos orientam.
Perguntas essenciais surgem: o que vale a pena manter? O que é preciso deixar?
A resposta está no equilíbrio entre memória e desejo, entre a história que nos constitui e o futuro que nos chama.
O sopro da esperança
A esperança é a força que nos impulsiona a seguir, lembrando que nada se perde: tudo se transforma em memória, aprendizado e inspiração.
Na arte, na música e na literatura, sempre encontramos metáforas para esse processo: a vida é feita de idas e vindas, encontros e despedidas. O novo só nasce quando o antigo encontra seu lugar de descanso.
Resumo final
O check-in é mais do que um ritual de viagem. É um lembrete de que a vida exige escolhas, desapego e coragem.
É o símbolo do que deixamos para trás e da força que levamos para seguir em frente.

A foto da assinatura já mostra onde a autora estava.
Nas outras duas, ela documenta mostrando imagens da ilha de Ajjacio, onde nasceu o Imperador Napoleão Bonaparte.
entre despedidas e recomeços
Francisco Hilário Brandão | Pensar é um ato solitário, cada vez mais raro
Edição, Don Oleari – [email protected] | https://twitter.com/donoleari
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