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Leonece Barros: A Direita respeita o dever de ser Direita! | 6/4

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leonece barros, jornalista

Manter-se à situação ou à oposição no cenário sociopolítico e cultural brasileiro sempre dependerá das circunstâncias comuns ao processo democrático – ou não – que visita a consciência política do povo, cujo regime político-administrativo que sempre nos pareceu amar é o Democrático. A Nação Brasileira gosta da Democracia, em que pese uma casta comunista arraigada no estrato social.

Ser da Direita ou da Esquerda no Brasil, não se resume tão simplesmente ao fato de um determinado grupo estar na situação ou na oposição durante o contexto político-administrativo vigente.

No país, o que distingue filosófica e socialmente uma categoria política da outra – não importando a conjuntura sociopolítica – são a CONDUTA: modo de agir; de se portar e procedimento; as IDEOLOGIAS: conjunto de convicções, ideais, conceitos; e os PRÍNCÍPIOS: o que serve de base para alguma coisa; causa primeira; raiz; razão; que cada uma das classes incorpora.

A Direita, por aqui, conserva o hábito – às vezes parecendo exacerbado, contudo correto – de se pautar por “entre as quatro linhas da Constituição”.

Ela procura manter conduta ilibada; defende ideologias ortodoxas; prima por princípios cristãos e democráticos; ama e defende a liberdade, notadamente a de expressão; não gosta da ideia de legalização do aborto; abomina a liberação das drogas ilícitas; considera como família a instituída ao modelo judaico-cristão; entende que bandidos são bandidos e cidadãos de bem são do bem.

Preserva os bons costumes; cultiva como bens pessoais a ética e a moral; entende a vida como um bem inalienável; abriga patriotas; respeita a bandeira brasileira em suas cores verde, amarela, azul e branca – que jamais será vermelha. Por conseguinte, odeia o Comunismo; abomina as ideologias de gênero; as ditaduras; os desmandos e o abuso de poder. Ao fim, gosta da expressão: “O Brasil acima de tudo e Deus acima de todos! ”

A Direita brasileira respeita e ama o dever de ser direita! Apesar de demorar muito para se manifestar – graças ao seu pacifismo quase imprudente – manifesta-se de forma ordeira e pacífica; odeia vandalismos e não tem prazer em transgredir padrões.

Ela tem um defeito grave: é crédula em extremo! Nessa inocência e imaturidade, se presta a baixar em exagero a guarda para a adversária Esquerda. Certamente que os destros precisam agregar aos seus valores um conselho bíblico que diz: “{…}sejam prudentes como as serpentes e símplices como as pombas” (Mateus 10:16).

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Foto: Sérgio Lima/Poder 360

Escudado na conduta exemplarmente demonstrada pela multidão Direita em manifestações de protestos ocorridas nesses tempos pelo Brasil, ouso conceber que só na concepção de analistas tendenciosos, jornalistas antiéticos comprometidos com uma medonha parcialidade, além de determinados personagens políticos, torna-se possível determinar que os direitistas, de ontem para hoje, tornaram-se baderneiros, vândalos, promotores de depredações do patrimônio público e depravados, como o grupelho de suspeitos – imiscuído entre os destros – que durante os eventos de oito de janeiro (8/1/2023) se deixou perceber como uma horda dos mensageiros do mal.

O nobre e combativo senador Marcos do Val, aqui do Espírito Santo, atento aos acontecimentos e sem inibição, desnudou fatos, externou informações e caracterizou denúncias que agregam o vandalismo ocorrido nas manifestações de janeiro em Brasília, não à conduta modelar da Direita Brasileira, mas aos membros de facções que se aparelham ao atual domínio político-administrativo do Brasil. Eles são conhecidos pelo jogo rasteiro, ao modo dos foras da lei.

É lamentável registrar que as facções do mal estão sentindo-se muito à vontade. Cortam cabeças; ameaçam de morte e realmente matam. Elas estão se articulando para ampliarem suas ações, agora para atividades de terror. Vão assassinar autoridades para impor o pânico e demonstrarem poder.

Querem alargar seus espaços, já absurdamente alargados. Andam vilipendiando princípios com uma liberdade e desenvoltura nunca dantes observada. Aliás, os que deveriam ser seus ferrenhos opositores e empenharem-se em mostrar que malvados e benfeitores são distintamente antagônicos, agora cuidam de sentarem à mesa sabe-se lá para que tipo de acordos. Aliás, há de se supor que nos moldes e procedimentos observados, o bem comum e coletivo tornam-se de menor importância e será banido.

Há por mim um fato: depois da zaragalhada das Forças Armadas, não ouso fincar profunda confiança no resultado da CPMI. Anseio eficácia, mas vou depositar total confiança somente em Deus, pela inspiração do seu Santo Espírito e, por intermédio do meu Salvador: Jesus Cristo, que nunca falhará! Quanto a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito, vou deixar ao princípio do que vier é lucro!

Tenham reforçada certeza: ainda vamos ver muitas coisas! Ando apreensivo e confesso que preocupado com as circunstâncias e com alguns modelos de crédulos exacerbados. É assaz preocupante ver que uns tantos próximos de nós se comportam como que lobotomizados, dado a forma estupidificada como agem e reagem aos fatos e aos boatos que pululam por aí! Os tais demonstram que, pelo perceptível, não conseguem discernir entre alhos e bugalhos!

Dá engulhos e impossibilita ficar calado ouvir alguns jornalistas – nos tornados comuns arroubos de cretinice – apregoando que não pode figurar no rol dos suspeitos o despenado que membresia uma horda suspeita da morte de um prefeito da mais portentosa capital brasileira: São Paulo. Não bastasse essa, existem outras tantas mazelas atribuídas a maldita horda!

Seriam mesmo Fake News as elucubrações que lhe inferem sobre ter faltado competência de seus pares em darem fim ao Antônio Palocci, que os detonava por ocasião da delação premiada na Operação Lava a Jato? E sobre as mortes concatenadas e coincidentes de testemunhas importantes ligadas a casos afins?

E aqueles acidentes aéreos que ceifaram as vidas do político Eduardo Campos e do ministro Teori Zavascki? E aquela tentativa de assassinato do presidente Jair Bolsonaro; que amantes da horda também classificaram a facada como notícias falsas? Se perguntar não ofende, desejo, ao menos, que as perguntas demovam!

O citado personagem despenado, por mais de uma vez vociferou sua determinação em vingar-se do então juiz Sérgio Moro – hoje senador da República e do então Procurador da Justiça, Deltan Dellagnol – hoje deputado federal. É nojento imaginar que ele não possa constar no rol dos suspeitos. A Polícia Federal foi briosa no desbaratamento do atentado que o PCC montava para as autoridades. Em que pese o foro privilegiado que visita ao suspicaz, se a PF mantiver a mesma dignidade, trará muitos fatos à baila.

No agradável labor de Investigador de Polícia Civil, facilmente concebi que forjar convicção em uma coincidência recorrente um caso investigado, compromete a eficácia do resultado. Não foi difícil conceber, entretanto, que uma sequência de coincidências gera evidência! Auguro sucesso, dignidade e imparcialidade à Polícia Federal na apuração dos fatos relacionados à trama do PCC para matar o senador Sérgio Moro. Ao mesmo tanto, esperanço pela atuação eficiente e eficaz da CPMI.

Enfim, cogito que, caso fosse um contemporâneo brasileiro, Aristóteles – que bem antes e distante daqui – disse que: “o objeto principal da política é criar a amizade entre os membros da cidade”; ao não encontrar por aqui sustentabilidade aos seus nobres e filosóficos argumentos, certamente não diria apenas o que foi dito. Ele acrescentaria em seu brocardo que, em se tratando do Brasil e sua casta política, a premissa é passível de descarte! Que o Senhor Deus nos abençoe! FIQUEM SEGUROS! (Leonece Barros).

Leonece Barros é jornalista.

https://twitter.com/donoleari

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Radialista, Jornalista, Publicitário.
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