
eleição de vereadores em Anchieta
A eleição de vereadores em Anchieta tá toda mapeada a seguir, com base nos quadros partidários. O radialista Anilson Ferreira mostra um quadro adicional com opiniões de cerca de cem pessoas.
Matéria atualizada às 19h38m
ELEIÇÕES 2024 |
Coluna PANO DE FUNDO | Política | Bastidores

Don Oleari
O “cientista político popular”, como é conhecido o radialista e jornalista Anilson Ferreira, esteve em Anchieta por quatro dias e fez um estudo sobre as possibilidades dos partidos favoritos para as vagas da Câmara Municipal do município do litoral sul do Espírito Santo.
Isto, depois de conversar com agentes políticos de peso na localidade, jornalistas, radialistas, vereadores, ex-vereadores, pré candidatos a prefeitos e presidentes de partidos.
Segundo eles, para se eleger um parlamentar é necessário mil e oitocentos votos, ou um pouco menos. O que significa que na prática para ser eleito na vereança tem que atingir 360 votos.
Vale ressaltar que não é uma pesquisa científica, mas conversas gerais, baseadas em opiniões de quase uma centena de pessoas ouvidas.

O chamado “cientista político popular” Anilson Ferreira, que conversa nas ruas, nos butecos, no mercado de peixe, na feira do pastel com caldo de cana e até nas missas, diz:
“Para eleger três cadeiras, só os partidos favoritos à candidatura majoritária. Isto é, a sigla que tiver favoritos à candidatura a prefeito”.
Indo além, “há vários anos nenhuma chapa elege três candidatos na Câmara da Terra do Santo Padre “.
Mas em política “Só não vi boi voar “, afirma Anilson.
A opinião

O atual prefeito Fabrício Petri, do PSB, fala nas reuniões: “vamos para cima e fazer vereadores”. Na foto, Petri e seu candidato a prefeito.
Ele montou o chamado Chapão “com nomes da pesada”, como a campeã de votos da eleição passada, a decana Tereza Mezadre, Serginho de Jesus e Cleber Pombo, além de Juninho Cabeção.
“Como se nota é a chapa da morte, como se fala na gíria do Mercado Politico. Dois, com votação expressiva, ficam de fora e deve eleger dois parlamentares.
“A chapa tem como pré candidatos 11 nomes como estes apontados como os cabeças, além do pré candidato a prefeito Léo Português”.
Já o União Brasil tem como pré-candidato a prefeito o vereador Renato Lorencini. Ele tem dito aos pré-candidatos: “vamos em frente, temos bons nomes”.
Lorencini vai para o jogo eleitoral com um time que tem os vereadores Renan Delfino, atual presidente da Câmara, também o vereador de três mandatos Professor Robinho, e o bem cotado, segundo o Mercado Politico, Walace Miranda, que busca a vitória na região rural, como Simpatia, Serra da Graça e demais.
Anilson avalia:
“É uma chapa boa. Porém a cotação neste campeonato eleitoral é fazer uma cadeira, pois os demais membros sabem que a vaga para vereador já tem dono, no caso, um dos dos vereadores, e a tendência é não se matar para aumentar a votação”, completou Anilson.
Por sua vez, o PRD buscou os nomes do atual vice-prefeito Carlos Waldir, cuja família toca a maioria das obras da atual administracão, como denuncia com frequência na Câmara Municipal anchietense a combativa vereadora Márcia Assad Cipryano.

Também na sigla o ex-vereador Tassio Brunoro. Os demais componentes da chapa precisam trabalhar muito para chegar à linha de corte pelo menos com 800 votos e eleger uma cadeira, que teoricamente tem dono .
“Esta chapa migrou em parte do MDB, o que gerou discussões acaloradas nos botecos políticos e na feira anchietense, pois o ex-presidente do MDB, Ademar Perdigão, se mostrou insatisfeito em perder o controle, segundo vereadores”.
A chapa precisa antes de tudo de tranquilidade interna para ir para as ruas na pré-campanha. Deve fazer uma cadeira.
“Como se nota, a chapa do PRD, apoiado pelo presidente da Assembleia Legislativa do ES, Marcelo Santos, foi montada com cabeças, mas o corpo precisa melhorar. Deve eleger um”, diz Anilson.
Um partido bem cotado é o Podemos, que, com chapa completa e de oposição verdadeira, tem a vereadora Márcia Cypriano Assad, vereadora que critica a atual gestão e bate firme.

Tem também os ex-vereadores Beto Caliman, um nome bem popular, vereador Alexandre Assad e Vandinho Salarini, de Pongal.
Podemos é o partido do pré-candidato a prefeito Marquinhos Assad, bem avaliado no âmbito geral.
Este fator deve gerar muitos votos de legenda, uma vantagem que poucos partidos têm.
Como se nota é a chapa bola da vez, com:
Beto Caliman,
Getulio Taquetada,
Márcia Cypriano Assad,
Vandinho Pongal,
Rafaela do Só Money,
Stefani de iriri,
Eliana de Zeco,
Leo de São vicente,
Edson de Novo Horizonte,
Cesar do Porto de Cima,
Alexandre Assad,
Lanuzi do Sindicato e
João luciom de Iriri.

O pré-candidato a prefeito Marquinhos Assad afirma:
“Nossa chapa de vereadores tem várias opções da boa política de Anchieta e representamos a única opção de oposição. As demais eram há poucos dias da casa e mesa do atual prefeito”.
O “cientista político popular Anilson Ferreuira” afirma:
“A legenda do número 20, o Podemos, pode ir de duas vagas a três, dependendo de alguns fatores, como a energia de uma possível eleição do prefeito que encabeça a chapa, o que faz os pré-candidatos lutarem para dobrar suas votações na parte de baixo da legenda “.
Podemos pode fazer de duas a três cadeiras na Câmara.
eleição de vereadores em Anchieta
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O Partido Progressista monta chapa juntando três vereadores para fortalecer a sigla: Rodrigo Semedo, Pablo Florentino e Nilton Brandão.




