
não substitui o professor
A IA é uma ferramenta útil, mas não substitui o professor
COLUNA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL |
Revisada e atualizada às 14h40m, 30/9/2025
As imagens da matéria foram obtidas pelo Editor Chefão em aplicativo de IA.
Imagem destacada | Capa: foto homenageia um professor sobre a imagem do robô: professor Alexandre Caetano, jornalista e pesquisador. Na ativa como professor.
NEC = Nota do Editor Chefão, Don Oleari |
A Inteligência Artificial precisa descer do salto alto de privilegiados acadêmicos de plantão para servir objetivamente a todas as camadas da população, via serviços e oportunidades de crescimento.
Tenho defendido esse ponto de vista. Felizmente, com a aprovação de fontes qualificadas que concordam com nosso bótimo conceito, falsa modéstia à parte (Don Oleari).
RODRIGO MELO REGO (***)
Tecnologia com IA apoia, mas não substitui o papel essencial dos Professores
A colega Mariana Padilha me propõe uma pauta intessantíssima.
E que vem ao lugar certo, pois no Don Oleari Portal de Notícias o professor é tratado como herói.

O avanço da Inteligência Artificial (IA) na educação ganha novo fôlego com a proposta do Conselho Nacional de Educação de incluir conteúdos obrigatórios de IA nos currículos de pedagogia e licenciaturas.
A medida pretende preparar futuros professores para lidar com as transformações digitais que já alcançam o ambiente escolar.
E levanta um ponto crucial: como garantir que a tecnologia seja ferramenta de apoio e não de substituição do professor?
Rodrigo Streithorst, CEO da Maieutics.ai, que combina IA e curadoria especializada para apoiar a criação de avaliações acadêmicas, é taxativo:
“o professor é insubstituível”.

A crescente presença da Inteligência Artificial (IA) na educação tem gerado debates globais.
No Brasil, o tema ganhou força com a proposta do Conselho Nacional de Educação (CNE) de tornar o ensino de IA obrigatório nos currículos de pedagogia e licenciaturas.
O objetivo é preparar os futuros docentes para as transformações digitais, mas o debate sobre a formação acadêmica ainda apresenta divergências.
Enquanto alguns especialistas defendem a rápida incorporação da IA nos currículos para que os professores aprendam a usá-la como aliada pedagógica, outros alertam para as desigualdades estruturais do ensino superior brasileiro.
Muitas instituições carecem dos recursos básicos necessários para oferecer experiências tecnológicas de qualidade.
No entanto, o consenso prevalece: a preparação docente é crucial, vendo a IA não como uma ameaça, mas sim como uma ferramenta estratégica.
O desafio é conciliar a inovação tecnológica com o protagonismo do professor.
Rodrigo Streithorst, CEO da Maieutics.ai, plataforma que usa IA e curadoria para criar avaliações acadêmicas, enfatiza a valorização do educador.
“Há um receio natural, mas o professor é insubstituível. A IA não tem capacidade de criar vínculos, estimular pensamento crítico ou conduzir debates. Esse papel tão essencial não é reproduzível por algoritmos. Mas o que a IA pode fazer é assumir a parte operacional e repetitiva, liberando tempo do educador para aquilo que é importante: ensinar e se conectar com os alunos,” afirma Streithorst .
Essa lógica é apoiada por uma pesquisa da própria edtech com mais de 13 mil docentes brasileiros, que apontou uma redução de até 85% no tempo gasto na preparação de avaliações com o uso da IA.
Para o executivo, os professores devem ser formados para integrar estrategicamente as máquinas ao seu cotidiano, e não para competir com elas.
“Assim como o quadro negro foi um instrumento que potencializou a didática em seu tempo, a inteligência artificial deve ser encarada como mais uma ferramenta. O desafio é garantir que o professor esteja preparado para conduzir esse processo,” reforça.
Neste cenário, a Maieutics.ai foi desenvolvida no Brasil para restaurar a autonomia e o tempo dos docentes universitários.
A plataforma transforma diversos tipos de conteúdo (textos, PDFs, áudios, vídeos e slides) em questões inéditas e personalizadas, ajustadas por nível de dificuldade, tipo de avaliação e competências da disciplina.
O professor mantém o controle total, podendo editar e alinhar as entregas aos objetivos de aprendizagem.
Já em uso por universidades no país, a solução planeja novas funcionalidades analíticas.
Streithorst avalia:
“Não se trata de discutir se a IA deve estar presente ou não, porque ela já está. A questão agora é garantir que seja usada de forma ética, crítica e responsável, sempre com mediação humana. O professor segue como protagonista, mas a tecnologia entra como ferramenta de apoio para ampliar qualidade e equidade educacional.”
O debate sobre a obrigatoriedade da IA na formação docente sinaliza uma mudança no setor.
Embora a tecnologia possa aumentar a eficiência do sistema educacional, o desafio é assegurar que essa adoção amplie as oportunidades de aprendizado.
A votação do CNE, marcada para outubro, será um marco, mas a direção é clara: o futuro da educação envolve a Inteligência Artificial, com o professor no centro.
Repetindo: a IA não substitui o professor
A Maieutics.ai
A Maieutics.ai é uma edtech de Curitiba/PA que revoluciona a criação de avaliações acadêmicas.
Ela combina inteligência artificial, curadoria especializada e design instrucional.
Com uma equipe focada em educação e tecnologia, a edtech cria soluções que colocam o docente no centro da inovação, unindo inteligência humana e artificial, experiência visual e intuição em uma plataforma eficaz.
Seu propósito é construir pontes entre a tradição acadêmica e o futuro da aprendizagem, sempre valorizando o conhecimento e a experiência do professor. Saiba mais: https://maieutics.ai
(***) RODRIGO MELO REGO é jornalista; pós doutorado em Estudos Literários; pesquisador de literatura erótica.
não substitui o professor
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