vai causar desemprego
ESPECIAL EMENDA 6X1
Veja o vídeo completo e acesse os linkis do Instagram do Presidente da Fecomércio do Piauí.
REDAÇÃO DOPN
Valdeci Cavalcante, presidente da Federação do Comércio do Piauí (Fecomércio-PI), mostra no vídeo números – ele cita o IBGE – impressionantes sobre os milhões de pessoas que vivem às custas de programas do governo.
Impacto na Economia
O presidente da Fecomércio-PI, Valdeci Cavalcante, criticou a proposta da emenda no seu Instagram.
Ele expressa profunda preocupação com a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa extinguir a escala de trabalho 6×1.
Segundo Cavalcante – https://www.instagram.com/reels/DXdIpOsCLPw/– essa mudança representa “um ataque direto à produtividade e à sustentabilidade das empresas”, especialmente no setor de comércio e serviços, que depende da presença contínua para operar.
Risco ao Emprego
Cavalcante argumenta que a imposição de uma jornada reduzida sem a devida compensação produtiva resultará inevitavelmente em demissões em massa.
Ele destaca que as empresas, incapazes de arcar com os custos de contratação de novos turnos para cobrir as lacunas deixadas pela folga extra, terão que reduzir seus quadros de funcionários ou fechar as portas.
Inflação e Consumo
Outro ponto crucial abordado é o repasse de custos ao consumidor final.
O dirigente afirma que para manter as operações sob as novas regras, “o empresário será forçado a aumentar os preços dos produtos e serviços”.
Isso geraria um ciclo inflacionário que, ironicamente, prejudicaria o próprio trabalhador, cujo poder de compra seria corroído pela alta dos preços.
Liberdade de Negociação
Para o presidente, a escala de trabalho deve ser decidida através de acordos coletivos e negociações diretas entre patrões e empregados, respeitando as particularidades de cada setor.

Futuro das Empresas
Ao finalizar, Valdeci Cavalcante reforça que o momento exige cautela e diálogo.
Ele apela para que o Congresso Nacional avalie os impactos reais da medida, alertando que o Brasil pode perder competitividade frente ao mercado externo e desestimular novos investimentos caso a PEC avance da forma como foi proposta.
Assista ao vídeo completo
Confira abaixo o posicionamento detalhado de Valdeci Cavalcante sobre os impactos dessa proposta para o setor produtivo piauiense:
Confira Instagram do Presidente da Fecomércio do Piaúí = https://www.instagram.com/reels/DXKThayCLgq/
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Respostas de 2
O debate sobre a escala 6×1 e a possível mudança para 5×2 vai muito além de números: ele revela uma visão de sociedade e de dignidade do trabalhador.
Historicamente, sempre que houve avanços nos direitos trabalhistas, surgiram vozes dizendo que “o país iria quebrar”. Foi assim na abolição da escravidão, quando setores ligados às elites econômicas afirmavam que o Brasil entraria em colapso sem a mão de obra escravizada. Foi assim também com a criação da CLT, do 13º salário, das férias remuneradas e de tantos outros direitos.
Hoje, parte desse mesmo pensamento reaparece na defesa intransigente da escala 6×1, que muitas vezes sacrifica o descanso, a convivência familiar, a saúde mental e a qualidade de vida do trabalhador em nome exclusivo da produtividade.
Defender a escala 5×2 não é defender preguiça ou desordem econômica — é defender equilíbrio, dignidade e justiça social. Países e empresas que valorizam jornadas mais humanas mostram que produtividade e respeito ao trabalhador podem caminhar juntos.
O Congresso Nacional tem papel fundamental nessa discussão, pois cabe aos parlamentares decidir se o Brasil continuará preso a uma lógica ultrapassada ou se avançará para relações de trabalho mais justas e modernas.
A história mostra que toda conquista social enfrentou resistência. Quem ontem defendia privilégios e exploração, hoje muitas vezes repete o mesmo discurso com novas palavras. A pergunta permanece: queremos um país que apenas produz, ou um país que também cuida de quem produz?
Ilustríssimo Mestre/Guru Oleari; o Jô já dizia: “Visite o Piauí antes que ele acabe”. Não é nem será a ultima vez que a moçada do andar de cima reclama das conquistas sociais. Fui bancário que trabalhava seis horas por dia (sem ser chefe) e isso não fez o Sistema Financeiro reduzir pessoal. Pelo contrário. Houve uma expansão de serviços e produtos oferecidos. Cheguei a lutar contra Prefeitos da Capital quando eles quiseram que os Bancos abrissem suas dependências uma hora antes da abertura oficial do Mercado. Hoje os Supermercados em grande parte dessa Nação abrem aos domingos/feriados (não aqui). Na Suíça nada funciona nos domingos – salvo em áreas de turismo oficial. Em outros países também. Na França teve um tempo que o Governo proibiu a “hora extra”. E em nenhum desses casos houve recessão nos negócios/economia. O empresário brasileiro médio prefere “consumir” o lucro de seu negócio a investir nele. Prefere sonegar do que trabalhar dentro da Lei. Hoje em dia os investimentos dos chamados “empresários” estão muito mais voltados ao Fundos do que ao desenvolvimento de seus negócios. Então é sempre melhor reclamar dos avanços sociais do que trabalhar para fazer crescer o seu negócio. Vou terminando aqui pois estou no 5 x 2 e não vou fazer hora extra. Grande abraço.