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“Para Rosas e Tridentes”, de Maytê Hensso, na sala Sonia Cabral nesta sexta | 21/2

Rosas e Tridentes

Rosas e Tridentes

A diretora Maytê Hensso, que é faz tudo da companhia, mandou um texto definindo propostas e conceitos do trabalho.

Acompanhem aí:

“Para Rosas e Tridentes” toma como cerne para sua construção a linguagem
artística da dança, enquanto habitação poética de manifestação de um pensamento
reflexivo através do movimento corporal.

 Arte-Ofical-_-PRT-24-2.jpg 21 de fevereiro de 2024 61 KBBusca como base de reflexão a relação que se estabelece entre corpo, arte e sagrado, bebendo na figura das entidades Pombogiras e Exús – enquanto falanges da espiritualidade afro-brasileira – para
tencionar o papel do corpo como terreiro na sociedade.

São as narrativas que se alojam nesses arquétipos em amálgamas com as histórias e trajetórias de cada
intérprete-criador/criadora”.

Prossegue a diretora Maytê Hensso:

“A obra está alçada nas linguagens e laboratórios de movimento das danças de
matrizes afro-brasileiras e diaspóricas, as culturas de resistência, das diversas
identidades, e na dança contemporânea.

Seu desabrocho se deu a partir da necessidade de trazer para a cena contemporânea a potência de ação, pelo
movimento apreendido e executado nos terreiros capixabas, numa tentativa de
desmistificar a corporeidade dessas entidades.

No desenvolvimento cênico, as rosas e os tridentes são levantados como
transmutação poética da força desses arquétipos, sem a aplicação de uma ligação
direta das rosas as Pombogiras, percebidas como femininas dentro dos terreiros,
bem como os tridentes não estão diretamente atrelados aos Exús, percebidos como
masculinos.

A ideia é perceber na poética do movimento as densidades dinâmicas das pétalas, do perfume, dos espinhos como rosas ou tridentes. É uma simbiose.

“Assim, conversando com tensionamentos sociais
atuais, como a corporeidade das identidades femininas, as lutas LGBTQiA+ e o
corpo negro na cena contemporânea, ao tempo que questiona a forte tentativa de
apagamento do corpo e das referências negras através da criminalização e
demonização, por parte da composição social hegemônica, das espiritualidades
afro-brasileiras”.

FICHA TÉCNICA

Concepção, Direção Geral e Coreografia: Maytê Hensso;
Produção Técnica e Executiva: Maytê Hensso e Lalau Martins;
Elenco: Abayomi Queiroz, Jadson Titânio e Mattheus Schirffimaan;
2
Preparação Corporal: Lalau Martins;
Concepção e Direção Musical: Lucas Fraga;
Concepção e Confecção de Cenário: Maytê Hensso e Claudinei Souza;
Concepção e Confecção de Figurino: Lalau Martins e Maytê Hensso;
Fotografia de Divulgação: Mariana Reis;
Registro do Processo (Foto e Filmagem): Lalau Martins, Thaís Vieira e Jhonatan
Medeiro;

Direção de Comunicação e Design: Jhonatan Medeiro;
Assistente de Produção e Administração de Recursos: Mattheus Schirffimaan;
Apoio Técnico e Cênico: Claudinei Souza e Sabrina Silva;
Apoio: Funcultura e Governo do Espírito Santo
Realização: Descalços Cia de Artes
Produção: Maytê Hensso Criações Artísticas
Parceiros: ORBE, MUCANE, Casa da Música Sônia Cabral e CRJ Castelo Branco.

Serviço
23 de fevereiro de 2024 – Sexta-Feira – 19 horas
Palácio da Cultura Sônia Cabral – R. São Gonçalo – Centro – Vitória (ES) –

(27) 3132-8399
Entrada Franca
Duração: 55 minutos
Classificação: livre e indicativa para todas as idades.
Link para Fotos de Divulgação: PRT – FOTOS – DIVULGAÇÃO
Fotógrafa: Mariana Reis

 

Resumo “Rosas e Tridentes”

No desenvolvimento cênico, as rosas e os tridentes são levantados como
transmutação poética da força desses arquétipos, sem a aplicação de uma ligação
direta das rosas as Pombogiras, percebidas como femininas dentro dos terreiros,
bem como os tridentes não estão diretamente atrelados aos Exús, percebidos como
masculinos.

Rosas e Tridentes

Edição, Don Oleari – [email protected]

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Don Oleari - Editor Chefão

Radialista, Jornalista, Publicitário.
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