agricultura familiar
Secretaria do Rio Doce apresenta projetos para fortalecer agricultura familiar no ES
AQUI LINHARES | VALE DO RIO DOCE/ES
REDAÇÃO DOPN | AQUI ESPÍRITO SANTO
A Secretaria de Recuperação do Rio Doce participou de uma oficina promovida pelo Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural em Linhares nesta quarta-feira (20).
O encontrou discutiu projetos e recursos para a agricultura familiar nos municípios do ES atingidos pelo desastre de Mariana/MG.
Estiveram presentes também representantes da Agência Nacional de Assistência Técnica Rural, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
Eles apresentaram ações previstas pelo Governo Federal para apoiar a retomada econômica rural nas áreas impactadas do Espírito Santo.

Na abertura da oficina, a secretária de Recuperação do Rio Doce, Margareth Saraiva, fez um balanço dos dez anos do desastre ambiental de Mariana e detalhou o processo de repactuação homologado pelo Supremo Tribunal Federal em 2024.
Ela também apresentou informações sobre os anexos do Novo Acordo do Rio Doce e explicou as responsabilidades do Governo do Estado nas ações socioambientais e socioeconômicas previstas para os territórios atingidos.

A gerente de Reparação e Recuperação Ambiental da secretaria, Juliana Valory, destacou projetos considerados estratégicos para o fortalecimento da agricultura familiar no Estado.
Entre eles estão o Reflorestar Doce, o fortalecimento do Cadastro Ambiental Rural por meio do IntegraCAR e ações voltadas ao saneamento rural.
Demandas regionais
Na segunda etapa do encontro, representantes do Incaper dos municípios apresentaram demandas e sugestões.

Segundo Margareth Saraiva, a integração entre municípios, Governo do Estado e Governo Federal será decisiva para garantir maior eficiência nas ações voltadas ao setor rural.
“É preciso pensar em um plano de desenvolvimento rural integrado, com sinergia entre os projetos. Essa integração, além de atender as comunidades atingidas com mais celeridade, evitará a sobreposição de ações semelhantes em uma mesma região. Por isso a necessidade de estabelecermos as responsabilidades de cada órgão e da participação efetiva da Anater e do Ministério do Desenvolvimento Agrário”, ressaltou.
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Com informações de Renato Costa Neto, da Assessoria de Imprensa
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