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Kleber Galveas & Don Oleari | O mosquito II | Assessores da PMVV: mostrem o mosquito ao prefeito Arnaldinho Borgo |2/2

O mosquito II

O mosquito II

Don-Oleari.jpeg 20 de novembro de 2023 20 KB
Don Oleari

 

Coluna AQUI VILA VELHA | ES

Don Oleari

 

NEC = Nota do Editor Chefão, Don Oleari |

Apresento este texto do artista plástico Kleber Galveas porque o Don Oleari Portal de Notícias já tratou deste problema 800 vezes. Agora, quero levar este texto diretamente ao prefeito Arnaldinho Borgo, que, tenho certeza, fará gestões junto ao governador Renato Casagrande para solucionar a triste história de um terreno de propriedade do Estado, abandonado e causando transtornos à comunidade da Barra do Jucu. 

Existem registros do Don Oleari Portal de Notícias de que o secretário estadual de Cultura, Fabricio Noronha, teve conhecimento do assunto há quase três anos.

Arnaldinho e Casagrande
arnaldinho, casagrande, joel rangel: os 3 podem resolver o rolo do terreno abandonado

Noronha teria marcado para ir à Barra do Jucu, mas até gurinhamemu, na hora em que redijo estas bem traçadas linhas, às 22h24m de sexta-feira, 2 de fevereiro – dia de festa no mar –  o secretário não teria aparecido na Barra do Jucu, Vila Velha/ES.

Peço aos assessores próximos ao prefeito Arnaldinho Borgo que levem ao conhecimento do prefeito este embroglio. Em alguns setores da prefeitura de Vila Velha, dadondi tentamos enfiar o assunto, nada aconteceu até este instantim. Encaminhei o assunto também ao nosso prezado Joel Rangel, vereador ativo, líder do prefeito na Câmara Municipal, que prometeu examinar e tocar a pauta pra frente. 

Não tenho a menor dúvida de que Rangel fará o que me prometeu e que o prefeito Arnaldinho determinará as devidas providências para sanear o terreno, mas não só isso, dará a ele o destino desejado pela comunidade e por nosotros do Don Oleari Portal de Notícias, que é o resgate da Casa de Cultura da Barra do Jucu.

Quero ser convidado para acompanhar o andamento desta pauta…e tomar umas por conta na inauguração (Don Oleari).

Por Kleber Galveas

O mosquito da foto é do tipo que hoje está infernizando a vida dos moradores do Centro Histórico da Barra do Jucu. Todos conhecem o “foco” onde eles se multiplicam esses mosquitos.

Trata-se de um terreno do Estado do Espírito Santo, sem utilização, adquirido há cerca de 10 anos, onde o mato cresce alto, robusto e saudável. Nesse terreno existe uma lagoa que foi entulhada com a poda de árvores feita em 2020, o que matou os peixes que comiam as larvas dos mosquitos.

Agentes da Dengue da PMVV, que fazem visitas às residências, não têm acesso ao terreno do Estado. Adquirido pelo Governo, para a construção de uma escola, quando recebeu a primeira visita de engenheiros do Estado, foi reprovado.

O espaço é pequeno, impróprio para atender as condicionantes vinculadas ao projeto: espaço para recreação, quadra poliesportiva, auditório, biblioteca…

A lagoa existente, as reais dimensões da área, a instabilidade do solo de turfa, a localização da clientela e a vocação histórica da área, são fatores considerados importantes pelos moradores que, num abaixo-assinado, com mais de 300 assinaturas de adultos, sugerem uma Casa da Cultura nesse espaço do Sítio Histórico da Barra do Jucu, Vila Velha/ES.

A Barra do Jucu foi pioneira ao abrir a Casa da Cultura no Espírito Santo, em 1974. A última virou Posto Policial e depois Posto de Saúde. A Sede comunitária foi entregue à Força Tática da Polícia Militar.

Um contrato de comodato, firmado entre PMVV e o Governo Estadual, para utilização do espaço como uma “Escola das Escolas”, uma Casa da Cultura, seria uma compensação para significativas perdas sociais da comunidade e um ganho de utilidade pública.

Agentes da PMVV, ontem mesmo, 1/2/2024, passaram com o carro “fumacê” nas ruas da Barra, matando os mosquitos circulantes.

Entretanto, todos nós sabemos que isso é “enxugar gelo”, se não acabarmos com os focos onde os mosquitos são gerados. Esse foco, no terreno do Estado, é enorme e talvez único. O barrense sabe cuidar da sua residência, que é inspecionada regularmente pelos “agentes da dengue”.

Por que o terreno descuidado do Estado continua inexpugnável depois de tantas reclamações? Funcionário do Governo nos informou que basta a PMVV solicitar para que o contrato de comodato, com fim educativo, possa ser firmado.

Kleber  Galvêas, artista plástico (27) 3244 7115

[email protected] www.galveas.com

O mosquito II

Edição, Don Oleari – [email protected]

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Don Oleari - Editor Chefão

Don Oleari - Editor Chefão

Radialista, Jornalista, Publicitário.
Don Oleari Corporeitcham

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